Paraná
Integração da Polícia Rodoviária estadual e DER-PR aumenta segurança nas rodovias
A parceria entre o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), da Polícia Militar do Paraná (PMPR), e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) tem fortalecido de forma significativa as ações de segurança viária nas rodovias estaduais, especialmente durante o Verão Maior Paraná, período marcado pelo aumento expressivo do tráfego em direção ao Litoral e a outras regiões turísticas do Estado.
A atuação integrada ocorre por meio de convênio institucional, que autoriza os policiais militares do BPRv a exercerem funções como agentes da autoridade de trânsito nas rodovias estaduais. Durante as ações do verão, esse trabalho é potencializado com o reforço de cerca de 80 policiais militares provenientes de outras unidades da Corporação, como o Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária, ampliando a capacidade operacional e preventiva nas estradas.
Para garantir respaldo legal e eficiência às ações, o DER/PR publica portarias delegando competência aos policiais militares empregados na operação, permitindo a intensificação da fiscalização e do policiamento rodoviário em um período de grande circulação de veículos.
“A soma de esforços entre o BPRv e o DER permite uma atuação mais eficaz, com planejamento integrado, fiscalização qualificada e respostas mais rápidas às demandas do trânsito. Esse trabalho conjunto é fundamental para reduzir riscos e garantir viagens mais seguras aos usuários das rodovias estaduais”, ressalta o comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), tenente-coronel Gustavo Dalledone Zancan.
A integração também se estende às atividades da Coordenadoria de Transporte Rodoviário Comercial do DER/PR, responsável pela regulação do transporte rodoviário intermunicipal de passageiros. Nos postos rodoviários do Litoral, o BPRv atua de forma conjunta, apoiando as fiscalizações e assegurando a regularidade do serviço prestado à população.
AGENTES DE TRÂNSITO – Outro destaque da parceria é a atuação do Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários (CMEIV), cujos integrantes já exercem funções de agentes de trânsito junto ao DER/PR. As atividades, previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), incluem fiscalização, controle e operação de trânsito, patrulhamento, lavratura de autos de infração e demais procedimentos administrativos.
“A atuação dos militares inativos voluntários como agentes de trânsito do DER do Paraná é de vital importância para garantir a segurança na malha rodoviária estadual. Entre as atividades mais rotineiras, as operações de fiscalização de excesso de velocidade apresentam resultados visíveis nos trechos com maior número de sinistros, e a fiscalização de excesso de peso ajudam a preservar o pavimento e evitar o surgimento de patologias precocemente, como buracos e rachaduras”, afirma o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti.
O CMEIV também atua na guarda patrimonial, travessia do ferry-boat de Guaratuba e nas Escolas Práticas Educativas de Trânsito (EPET) do DER/PR.
Fonte: Governo PR
Paraná
MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.
A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.
A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.
Como funciona
De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação.
Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.
A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.
Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.
Articulação da rede
Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.
Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.
O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.
A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.
Fonte: Ministério Público PR
-
Política Nacional7 dias agoImportância do direito tributário é destacada em sessão especial
-
Esportes4 dias agoBrasileirão: 28ª rodada tem líder em campo e clássicos na briga pelo topo
-
Entretenimento7 dias agoAna Hickmann se emociona ao falar da realização de casamento com Edu Guedes
-
Política Nacional7 dias agoGoverno terá que cortar despesas para fechar as contas em 2027, diz IFI
-
Política Nacional6 dias agoLei proíbe prisão de candidatos e eleitores durante período de votação
-
Brasil7 dias agoPesquisa aponta que FIESMED reduz rotatividade de médicos e fortalece a atenção básica no SUS
-
Paraná6 dias agoTribunal do Júri de Maringá condena a 23 anos e 6 meses de prisão pai denunciado pelo Ministério Público do Paraná por morte da própria filha em Rolândia em 2019
-
Educação6 dias agoEdital cria rede nacional de pesquisa em Educação Especial Inclusiva
