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Inscrições para cursos gratuitos do Centro Juvenil de Artes Plásticas encerram nesta sexta

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Pais e responsáveis de jovens com interesse em participar das oficinas oferecidas pelo Centro Juvenil de Artes Plásticas (CJAP) têm até essa sexta-feira (1º) para garantir uma vaga. As aulas iniciam em 4 de março e vão até a semana de 28 de junho.

Há 70 anos o CJAP desenvolve o potencial artístico de crianças e adolescentes com uma variedade de cursos gratuitos que abrangem diversas formas de expressão artística, desde teatro até técnicas avançadas de pintura e desenho para a faixa etária de 8 a 17 anos.

Para este semestre ainda estão disponíveis os cursos de Percepção Musical, Teatro, Pintura e Tridimensional Vivências e Técnicas Artísticas, Tridimensional e Experiências em Cerâmica, Artes Visuais – Entre o Moderno e o Contemporâneo, Fotografia, Desenho e Experimentações, Arte Urbana, Desenho e Pintura, Laboratório de Criação em Desenho e Desenho II. Clique AQUI e confira mais detalhes sobre cada um.

INSCRIÇÕES – Para efetivar a matrícula, imprima a ficha que consta neste link. Ela vale para todas as oficinas. Preencha corretamente as informações com letra legível (esse será o documento com as informações do aluno que ficarão registradas na secretaria do CJAP).

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No espaço destinado à fotografia do aluno, separe uma foto atual para anexar na ficha ou foto impressa na própria ficha de matrícula. Não preencha o espaço com o nome da oficina. Isso será feito no ato da matrícula.

Também separe uma cópia do documento de identificação (RG) do aluno. Se não possuir RG, pode ser uma cópia da certidão de nascimento. Esse documento ficará arquivado no CJAP. Não serão aceitos outros documentos.

Depois de preenchida a ficha, com a cópia do documento e foto em mãos, o pretendente deve ir presencialmente ao CJAP, das 9h às 11h30 e das 13h30 às 16h30. A inscrição é feita por ordem de chegada, não sendo permitida a reserva de vagas por telefone ou e-mail. Não serão efetuadas matrículas sem a ficha de inscrição previamente preenchida, bem como sem cópia do documento do aluno e foto.

Confira abaixo a grade com os dias e horários das aulas:

Últimos dias para inscrições do Centro Juvenil de Artes Plásticas

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Serviço:

Inscrições para os cursos do Centro Juvenil de Artes Plásticas

Faixa etária: dos 8 aos 17 anos

Dúvidas e informações: (41) 3223-3805 | 3323-5643 | [email protected]

Centro Juvenil de Artes Plásticas

Rua Mateus Leme, 56, São Francisco – Curitiba

De segunda a sexta-feira das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h

www.cjap.pr.gov.br

Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

Acesse álbum de fotos

Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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