Paraná
Inscrições para 1,3 mil vagas no Vestibular 2024 da Unicentro acabam nesta terça
As inscrições para o Vestibular 2024 da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) terminam nesta terça-feira (5). Estudantes de todo o País têm a oportunidade de ingressarem em uma das instituições de ensino superior mais conceituadas do Brasil, com tradição de excelência acadêmica e compromisso com o desenvolvimento regional.
Os interessados podem se inscrever por meio do site da universidade, preenchendo o formulário de inscrição e pagando a taxa correspondente, no valor de R$ 160. As provas serão realizadas no dia 15 de outubro, com locais de aplicação nas cidades de Guarapuava, Irati, Cascavel, Chopinzinho, Coronel Vivida, Londrina, Pitanga e Prudentópolis.
O processo seletivo será composto de uma prova que avaliará o conhecimento dos candidatos nas áreas de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Estrangeira Moderna e Redação. Além disso, os candidatos respondem questões de mais cinco disciplinas, conforme o grupo a que pertence o curso escolhido: Biologia, Física, Matemática, Química, Filosofia, Geografia, História, Sociologia e Arte.
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Durante a inscrição, o candidato deve escolher sua opção de curso e também a cidade onde quer fazer a prova, não havendo a necessidade de ser o local de oferta do curso. Além disso, é preciso que o candidato escolha também uma opção de língua estrangeira moderna, entre inglês e espanhol.
A Unicentro está ofertando 1.326 vagas em 42 cursos. Eles estão distribuídos em três câmpus universitários – o Santa Cruz e o Cedeteg, em Guarapuava, e o de Irati – e, ainda, nas unidades avançadas de Chopinzinho, Coronel Vivida, Pitanga e Prudentópolis.
Para 2024, a Unicentro está oferecendo, pela primeira vez, o curso de Tecnologia em Big Data no Agronegócio. Com duração de três anos, ele responde a uma demanda por profissionais qualificados para trabalhar com o desenvolvimento de inteligência artificial voltada ao agronegócio. São 20 vagas e os aprovados estudarão no período da noite, no Câmpus Cedeteg, em Guarapuava.
Fonte: Governo PR
Paraná
A partir de ação do Ministério Público, Judiciário determina a suspensão de atividades clandestinas de empresa voltada à prática de esportes radicais em Castro
A partir de pedido do Ministério Público do Paraná, a Vara Cível de Castro, nos Campos Gerais, determinou que uma empresa que vem prestando serviços de esportes radicais de alto risco sem autorização suspenda imediatamente todas as operações. A decisão liminar responde a ação civil pública ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Castro após apuração que demonstrou que a empresa vem promovendo, organizando e comercializando, de forma clandestina e sem as mínimas condições técnicas de segurança, atividades de bungee jump, rope jump, rapel e pêndulo humano.
A partir do recebimento de representação anônima em junho deste ano, a Promotoria de Justiça constatou que a empresa possuía alvará municipal restrito a serviços operacionais e comerciais (como limpeza predial, impermeabilização, serviços administrativos e comércio atacadista), sem ter licença ou autorização específica para operar no ramo de turismo de aventura ou esportes de alto risco.
Reiteração – Antes da judicialização pelo Ministério Público, o Município de Castro já havia notificado a empresa e lavrado termo de interdição após fiscalizações em locais como a Ponte Férrea sobre o Rio Iapó e a Rua Antônio Schendroski. Contudo, o empreendimento manteve a exploração econômica, apenas alterando os locais dos eventos no intuito de esquivar-se da fiscalização municipal – também foram identificadas atividades na Pedreira do Parque Lacustre II. Mesmo sem apresentar a documentação exigida pelos órgãos oficiais, como projetos estruturais, Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), laudos de equipamentos, plano de gestão de riscos, contingência e atendimento emergencial, a empresa continuou a realizar as atividades e utilizar as redes sociais para atrair o público e divulgar novos eventos. Na ação, a Promotoria de Justiça demonstra inclusive que as atividades contariam com a participação de crianças e adolescentes, o que torna mais grave a situação.
A decisão determina que a paralisação dure até a regularização cadastral e técnica da empresa junto à Prefeitura, ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos competentes, sob pena de multa de R$ 10 mil por ato de descumprimento, que deverá incidir sobre cada salto, evento, contratação ou publicação em redes sociais, entre outras atividades.
No mérito da ação, a Promotoria de Justiça pleiteia ainda a confirmação definitiva da suspensão dos serviços e a condenação da empresa ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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