Paraná
IDR-Paraná lança nesta terça-feira cultivar de feijão em Pato Branco
O IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná) lança nesta terça-feira (12) a cultivar de feijão IPR Cardeal, em Dia de Campo no polo de pesquisa de Pato Branco, Sudoeste do Estado. O evento tem início às 9 horas e é dirigido a produtores, técnicos, pesquisadores, multiplicadores de sementes e especialistas de toda a cadeia produtiva do grão.
Cultivar do grupo comercial vermelho tipo DKR (Dark Red Kidney), a IPR Cardeal foi desenvolvida para o segmento de exportação, particularmente a indústria de enlatados e conservas, e se destaca pelos grãos de tamanho superior, cozimento rápido e coloração intensa, que se mantém mesmo após ficar de molho.
“São atributos que conferem alto valor agregado ao produto”, aponta Vania Moda Cirino, diretora de Pesquisa e Inovação do IDR-Paraná.
- Adapar orienta produtores sobre ampliação no calendário de plantio da soja
-
Com 312 mil hectares, produtores de milho terminam plantio da primeira safra
De alto desempenho agronômico, a nova cultivar é semiprecoce (ciclo de 78 dias), tem potencial produtivo que pode passar de 3,5 toneladas por hectare e apresenta bom comportamento frente às principais doenças que afetam a cultura.
A IPR Cardeal é indicada para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, podendo ser cultivada tanto na safra das águas como da seca.
SEMENTES – Sementes de IPR Cardeal estão disponíveis para empresas multiplicadoras. Interessados devem entrar em contato com o IDR-Paraná pelo e-mail [email protected] ou telefone (43) 3376-2133.
Serviço:
Lançamento da cultivar de feijão IPR Cardeal
Data: 12/12, terça-feira
Horário: 9 horas
Local: Polo de Pesquisa e Inovação do IDR-Paraná, localizado na BR 158, 5541 (Bairro Bom Retiro), em Pato Branco – PR
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
-
Agro7 dias agoIPCF sobe em março e indica piora no poder de compra de fertilizantes para o produtor rural
-
Esportes6 dias agoCorinthians vence Santa Fe e domina Grupo E da Libertadores
-
Esportes6 dias agoFluminense perde de virada para Independiente Rivadavia e se complica na Libertadores
-
Paraná7 dias agoGaeco de Maringá desarticula organização criminosa que fabricava anabolizantes em laboratório clandestino e simulava grife europeia
-
Paraná5 dias agoNova atualização do Monitor de Secas aponta para continuidade da estiagem no Paraná
-
Agro6 dias agoAbertura da Colheita da Oliva no RS estreia feira focada em negócios e inovação
-
Polícial6 dias agoPCPR cumpre buscas contra clínica de estética ilegal em Ponta Grossa
-
Polícial5 dias agoPRF escolta mulher em trabalho de parto até maternidade no Paraná
