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Curitiba

Homem e mulher são presos suspeitos de envolvimento na morte de policial civil, em Curitiba

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Um homem e uma mulher suspeitos de envolvimento na morte de um policial civil em Curitiba foram presos na noite de domingo (12).

Os dois foram presos no bairro Parolin, onde também aconteceu o homicídio.

O investigador da Polícia Civil Wagner Silva Campos, de 40 anos, foi morto com dois tiros durante um plantão, na madrugada de sábado (11), enquanto dirigia uma viatura policial descaracterizada.

Uma outra mulher suspeita de envolvimento no crime foi presa no domingo à tarde, segundo a polícia.

A polícia investiga a motivação do crime.

Homicídio

Segundo a polícia, o investigador morreu no local do crime. O carro em que ele estava ainda bateu em uma casa após os disparos.

Conforme a Polícia Civil, o celular, a carteira e os documentos da vítima foram furtados.

A arma do policial, que trabalhava na delegacia de trânsito, também não estava com ele, de acordo com a polícia.

Segundo a polícia, a vítima estava trabalhando quando foi baleada, em Curitiba — Foto: Tony Mattoso/RPC

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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