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Grandes projetos: engenheiro se aposenta após 55 anos de dedicação na Portos do Paraná

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Com 55 anos de história no Porto de Paranaguá, o engenheiro mecânico Kozo Kawata, 81 anos, anunciou sua saída da Portos do Paraná nesta segunda-feira (13). Kozo sempre atuou na Diretoria de Engenharia e Manutenção, onde participou de importantes projetos portuários, como as ampliações de cais e a criação do Corredor de Exportação — o coração da Portos do Paraná.

O veterano, acompanhado da esposa, Satiko Nakachima Kawata, fez o anúncio de sua aposentadoria definitiva no gabinete do diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “A minha vida está integrada ao Porto de Paranaguá, e vice-versa”, afirmou Kawata.

O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, agradeceu pessoalmente ao engenheiro pela carreira dedicada ao setor portuário. “Um engenheiro reconhecido nacionalmente, responsável por liderar e contribuir nas maiores obras de infraestrutura da Portos do Paraná, inclusive o Moegão, o píer em ‘T’, ‘F’ e o ‘L’. Este encontro é uma singela homenagem ao Kozo por estar conosco esse tempo todo, compartilhando sua sabedoria com os nossos colaboradores”, disse.

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O diretor de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, Victor Kengo, também participou da homenagem e relembrou seu início na empresa pública, há dez anos. No primeiro dia de trabalho, a primeira pessoa com quem teve contato foi o engenheiro Kozo Kawata, que lhe deu uma verdadeira aula sobre os conceitos básicos do setor, desde a definição do que é uma poligonal do porto organizado e a linha de preamar média até o funcionamento do cais, dos berços de atracação e do Corredor de Exportação.

“Kozo sempre foi uma referência para todos os engenheiros da Portos do Paraná. Foi um grande privilégio para nós, engenheiros mais novos, trabalhar com ele. Ele é professor e também uma referência, tanto na parte técnica quanto como pessoa”, enfatizou.

Ao se despedir, Kozo deixou uma mensagem aos novos profissionais que chegam à empresa. “Meu recado para quem quer entrar na Portos do Paraná é que, ao ingressar aqui, estará trabalhando em uma estrutura grande e excelente para aprender e se desenvolver”, disse Kawata.

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Fonte: Governo PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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