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Paraná

Governo propõe ampliar cargos na PM para atender novo batalhão em Sarandi

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O Governo do Paraná enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que aumenta o efetivo na ativa da Polícia Militar do Paraná (PMPR) , passando para 23.469 profissionais. São 273 cargos a mais nos quadros de oficiais e praças. O principal objetivo da medida é viabilizar a implantação do 32º Batalhão de Polícia Militar em Sarandi, na região Noroeste, transformando-o num espaço de atendimento da Região Metropolitana de Maringá.

Os cargos envolvem coronel, tenente-coronel, major, capitão, tenente, sargento, cabo e soldado. De acordo com o projeto, a ativação das vagas será formalizada posteriormente, por decreto, de acordo com os critérios de oportunidade e conveniência e observando a disponibilidade orçamentária e financeira.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior liberou, no ano passado, a realização de um novo concurso para o preenchimento de vagas na corporação. O edital ainda está em fase de construção. Em 2023 foram convocados 2.485 policiais militares para a corporação, após o concurso realizado em 2021.

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“Sempre que se abre um novo batalhão, fazemos o pedido de criação de vagas para atender essa nova estrutura, como é o caso de Sarandi. O preenchimento será feito via concurso público, que está em processo de elaboração”, explicou o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva.

O 4º BPM, de Maringá, atende atualmente 718.057 habitantes e uma área de quase 3 mil quilômetros quadrados. Com o 32º BPM, as cidades de Mandaguaçu, Marialva, Paiçandu e Sarandi, que reúnem uma população de 237.725 habitantes, passam ao novo batalhão, que deve ocupar inicialmente a sede da 4ª Companhia do 4º BPM.

Com isso, o 4º BPM vai atender exclusivamente Maringá, cidade mais populosa e que ocupa uma área de 486 quilômetros quadrados, dentro da área de abrangência do 3° Comando Regional da PMPR.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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