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Governo do Estado subsidia todas as moradias de novo residencial em Alto Paraíso

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O sonho da casa própria já é realidade para os 36 novos proprietários do Residencial Alto Paraíso, inaugurado na tarde desta quarta-feira (12) na cidade que deu nome à obra, no Noroeste do Estado. O empreendimento foi viabilizado com o apoio do programa Casa Fácil Paraná, com aporte estadual de R$ 720 mil para subsidiar o valor de entrada dos financiamentos a todas as famílias.

Com investimento superior a R$ 4,6 milhões, o residencial é fruto da parceria entre o Governo do Paraná, Caixa Econômica Federal e Construtora Japurá. Os recursos do Estado foram liberados pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), gestora do Casa Fácil, e servem para facilitar a aquisição da moradia própria por pessoas com renda de até quatro salários-mínimos.

Além do desconto de R$ 20 mil do programa estadual, os compradores conseguem benefícios pelo Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e podem usar o FGTS como parte do pagamento do saldo devedor. Com a soma desses incentivos, as condições dos financiamentos ficam mais vantajosas, com prestações mensais entre R$ 500 a R$ 600, taxas de juros reduzidas e prazo de até 420 anos para quitação.

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CONJUNTO – As casas têm áreas privativas de 45,13 m² e 50,12 m² para o modelo adaptado, compostas por dois dormitórios, banheiro, sala, cozinha, lavanderia externa, além de espaços para garagem e para ampliações futuras. As edificações são feitas em terrenos com tamanho médio de 190 m², com grama em todo o entorno para melhoria do escoamento de água. As unidades já vem com piso e ambientes molhados com revestimento cerâmico, louças e metais.

O residencial é entregue com infraestrutura interna completa para maior conforto e qualidade de vida das famílias. A obra contempla pavimentação, sinalização de trânsito, calçamento, arborização, rede de água potável, galeria de água pluvial e rede elétrica com iluminação pública.

PRIMEIRO IMÓVEL – Os subsídios do Casa Fácil Paraná foram fundamentais para viabilizar o acesso à casa própria para várias famílias. Entre os beneficiários no Residencial Alto Paraíso está a auxiliar de escritório Milena Dias de Oliveira, de 20 anos. Para ela, conseguir conquistar o primeiro imóvel com tão pouca idade é muito gratificante.

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“É a realização de um sonho. A gente que começa agora nessa caminhada de ter um futuro, de ter uma casinha, foi muito bom esses R$ 20 mil do governo. Foi uma boa ajuda, com certeza”, afirmou. Com as chaves na mão, a jovem já faz planos para o novo lar. “Eu quero realizar mais sonhos, criar uma família, ter cachorros e poder desfrutar de bons momentos na casa”, completou Milena.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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