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Governo do Estado e São Miguel do Iguaçu vão construir nova ponte municipal de concreto

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O Governo do Estado, via Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), e o município de São Miguel do Iguaçu, na região Oeste, celebraram um termo de cooperação para construir uma nova ponte sobre o Rio Represo, no limite com Serranópolis do Iguaçu, ligando duas vias municipais.

O Estado vai fornecer 13 vigas de 13 metros de comprimento cada, 132 lajotas e 24 guarda-rodas, todos pré-moldados, que serão utilizados para construir o tabuleiro da ponte. O município fica responsável pela execução das novas cabeceiras, que incluem escavação e reaterro, execução de pilares e preenchimento em concreto, entre outros serviços. A nova ponte terá capacidade de carga de 45 toneladas, com 13,6 metros de comprimento e pista de rolamento de 7,63 metros de largura.

“Esta nova parceria do Governo do Paraná com os nossos municípios vai atender a uma demanda de mais de oito anos da população de São Miguel do Iguaçu e de Serranópolis do Iguaçu, que aguardam por uma nova ponte de concreto na comunidade de São Braz, facilitando o deslocamento de moradores, o trânsito do agro, e o turismo na região, vizinha do Parque Nacional do Iguaçu”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex.

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) gerencia a fábrica de vigas onde são produzidas as peças pré-moldadas, e vai acompanhar a execução do termo, que tem prazo de 270 dias.

SÃO MIGUEL DO IGUAÇU – Com população de 27.696 habitantes, São Miguel do Iguaçu conta com quatro distritos: Aurora do Iguaçu, São José do Iguaçu, São Jorge e Santa Rosa do Ocoi. Além de Serranópolis do Iguaçu, também faz limite com Foz do Iguaçu, Santa Terezinha do Itaipu, Itaipulândia e Medianeira. Segundo o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a principal fonte de renda de São Miguel do Iguaçu é o setor de agropecuária, com destaque para o milho, soja, galináceos e suínos.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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