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Programa TaxiGov gera economia de R$ 3,7 milhões aos cofres públicos em 5 anos

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O Governo do Paraná registrou uma economia de R$ 3,7 milhões nos 5 anos de funcionamento do TaxiGov, o programa de deslocamento para servidores em atividades administrativas. A iniciativa é coordenada pela Secretaria da Administração e da Previdência (Seap), por meio da Coordenação de Mobilidade e Transporte Oficial (CTO).

Em operação desde 2020, o TaxiGov já possibilitou mais de 115 mil corridas, totalizando cerca de 1 milhão de quilômetros rodados, a um custo médio de R$ 3,89/km, gerando economia de quase R$ 4 milhões na comparação com o sistema tradicional com motoristas e carros próprios. O programa atende a todos os órgãos e entidades do Governo do Paraná, e a sua utilização é obrigatória.

A principal vantagem da iniciativa é a economia de recursos públicos, reduzindo custos de combustível, manutenção, depreciação de veículos e pagamento de motoristas. Com o TaxiGov, também há melhorias na transparência e na disponibilidade, já que o serviço fica à disposição 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.

“O ganho do TaxiGov surge com a racionalização dos gastos públicos com transporte, aumentando os níveis de planejamento, gestão e controle do processo de transporte de servidores. Isso também reduz a quantidade de veículos oficiais, libera áreas físicas ocupadas pelos modelos anteriores de transporte, e diminui o número de servidores ocupados em atividades administrativas”, explica o chefe da Coordenação de Mobilidade e Transporte Oficial da Seap, Naasson Polak.

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COMO FUNCIONA – Para utilizar o TaxiGov, o servidor deve baixar o aplicativo “TaxiGovPR” em seu celular, permitir que o aplicativo tenha acesso à sua localização, e fazer o cadastro. Caso já esteja cadastrado, é necessário apenas fazer o login.

Em seguida, o usuário indica o ponto de partida e o destino, e abre a aba para selecionar o pagamento, escolhendo a opção “Voucher eletrônico”. Por fim, o servidor decide entre solicitar a corrida imediatamente, ou agendar. Veja AQUI a cartilha para utilização do TaxiGov.

APROVAÇÃO DOS SERVIDORES – Além de trazer economia para o Estado e contribuir com a gestão pública, o TaxiGov traz benefícios aos servidores que fazem deslocamentos para atividades administrativas. Esse é o caso do servidor Lorival Padilha, que utiliza o serviço com frequência há 1 ano. “É um serviço que facilita bastante, principalmente em relação ao atendimento. Ter o TaxiGov à disposição nos traz mais segurança no deslocamento, seria bem mais complicado se ele não existisse”, afirma.

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Uma pesquisa conduzida pela Coordenação de Mobilidade e Transporte Oficial comprova a qualidade do serviço. Realizado com mais de 30 órgãos do Estado, o estudo indicou satisfação dos servidores com o TaxiGov, principalmente nos índices de profissionalismo, limpeza e conforto, instalação do aplicativo, e cadastro no serviço.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

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Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

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Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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