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Governo conclui análise de empresa convocada para executar Viaduto da PUC, em Londrina

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), publicou nesta quinta-feira (06) o resultado da análise da documentação e planilha de preços da empresa convocada para a obra de novo viaduto na BR-369, em Londrina, empreitada conhecida como Viaduto da PUC.

A Contersolo Construtora de Obras, em consórcio com as empresas Dreno Construções e LL Zocco Projetos SS, sob a denominação Consórcio 369 Londrina, atendeu aos requisitos do edital e foi declarada vencedora da licitação, pelo valor de R$ 31,6 milhões.

Agora se inicia período de cinco dias úteis para interposição de recursos quanto ao resultado, com período igual para apresentação de contrarrazões. Depois, o processo segue para homologação e assinatura de contrato.

CONVOCAÇÃO – A Contersolo participou da disputa de preços da licitação em 2022 e ficou em segundo lugar. A empresa foi convocada após rescisão com o consórcio anteriormente contratado para elaborar os projetos e executar a obra, por não cumprimento de prazo contratual, entre outros critérios.

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Os produtos já entregues serão analisados visando seu aproveitamento e maior celeridade no início dos trabalhos. A licença ambiental de instalação também já foi emitida pelo IAT.

INTERSEÇÃO – A obra prevê uma ligação por interseção em desnível entre a Avenida Jockey Clube (acesso à PUC), Avenida Cruzeiro do Sul, Rua Geraldo Rodrigues e a Rua das Indústrias, sem interferir no tráfego de veículos da BR-369. Será elevada a rodovia federal e executada passagem inferior com duas pistas duplas ligadas a duas rotatórias, permitindo a entrada e saída na rodovia, assim como a ligação entre as vias municipais de acesso, separando o tráfego local do tráfego de longa distância.

As pistas novas terão duas faixas de rolamento de 3,5 metros cada, com acostamentos externos de 2,5 metros e faixa de segurança interna de 60 centímetros para cada lado, separadas por barreiras de concreto. As alças contarão com 6,5 metros de largura, sendo 5,6 metros de faixa de rolamento e 45 centímetros de faixa segurança de cada lado. Também serão executadas novas calçadas em concreto.

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O prazo de execução do viaduto é de 12 meses, após assinatura do novo contrato e emissão da Ordem de Serviço.

Fonte: Governo PR

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Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional

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Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.

Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.

O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.

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CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.

Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro. 

A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.

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O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.

No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.

A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.

Fonte: Governo PR

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