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Governador inaugura nova pavimentação do acesso ao santuário de Joaquim Távora

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior inaugurou nesta quinta-feira (17) a nova pavimentação da via de acesso ao Santuário Santíssimo Nome de Jesus, em Joaquim Távora, no Norte Pioneiro. A obra teve investimento de R$ 2 milhões, com recursos do Governo do Estado, via Secretaria de Infraestrutura e Logística.

A reforma atende a um dos principais pontos de turismo religioso do Estado. “Esta é uma obra muito importante, antes de tudo, porque dá segurança e tranquilidade para os peregrinos que vêm visitar o santuário. Mas também reforça uma estratégia nossa de fortalecer o turismo religioso do Paraná”, afirmou o governador.

O Santuário Santíssimo Nome de Jesus faz parte da Rota do Rosário, um roteiro que liga vários destinos religiosos nos Campos Gerais e Norte Pioneiro. O Estado também conta com a Rota da Fé, que liga Campo Mourão e Fênix. “São iniciativas muito importantes que, além de alimentarem a fé e o espírito das pessoas, também geram empregos e movimentam a economia”, disse Ratinho Junior.

Antes da obra, os turistas chegavam ao local por estradas de terra e chão batido. Com a intervenção, as ruas da Figueira e do Santuário foram pavimentadas e ganharam calçamento e galerias pluviais. Ao todo, foram 19 mil metros quadrados de pavimentação, em uma extensão total de 1,1 quilômetro.

O reitor do santuário, o padre Valdemir Granzzotto de Moraes, comemorou a obra, que deve impulsionar as visitas ao local. “Nós estamos localizados em uma região que fica no alto da cidade, cujo único acesso acontecia por uma estrada rural, então era complicado chegar até aqui, tanto de carro, como a pé. A pavimentação vai ajudar a trazer mais pessoas ao santuário”, disse.

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Além de melhorar a estrutura de acesso ao local, a reforma também dá mais segurança viária do entorno do santuário. Segundo o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, o santuário também será beneficiado pelas obras que estão previstas para a PR-092 no lote 2 de concessões rodoviárias, que tem leilão marcado para o dia 29 de setembro.

“Este santuário e toda a região do Norte Pioneiro em breve serão contemplados com uma duplicação rodoviária muito importante. Ela não vai apenas promover o turismo religioso, mas vai trazer industrialização e desenvolvimento para a região”, disse Sandro Alex.

ATRAÇÃO RELIGIOSA – O santuário Santíssimo Nome de Jesus é um dos principais destinos de turismo religioso no Estado. Todos os anos, o local recebe milhares de fiéis e peregrinos do Paraná e de outros estados.

Ele foi idealizado em 2014, e quatro anos mais tarde, em 2018, foi inaugurado um crucifixo de 19 metros de altura, a principal atração dos romeiros que visitam a cidade.

O monumento é o maior crucifixo da América Latina – construído em concreto armado, carrega uma imagem de Jesus Cristo de 7,5 metros feita em fibra de vidro.

ROTA DO ROSÁRIO – O santuário de Joaquim Távora é um dos destinos que compõem a Rota do Rosário, que vai de Piraí do Sul a Arapoti, passando também por Jaguariaíva, Pinhalão, Ibaiti, Ribeirão do Pinhal, Abatiá, Bandeirantes, Andirá, Barra do Jacaré, Santo Antônio da Platina, Jacarezinho, Ribeirão Claro, Joaquim Távora, Quatiguá, Siqueira Campos e Arapoti.

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O caminho, que reproduz o formato de um rosário, passa por 16 santuários das regiões dos Campos Gerais e do Norte Pioneiro, além de igrejas, capelas e outros atrativos religiosos e turísticos. “É uma rota onde as pessoas passam por vários santuários vivendo a experiência do divino. A experiência de cada santuário é única”, explicou o padre.

A Rota do Rosário é estruturada de uma forma que os romeiros possam visitar diferentes santuários, mas também conhecer belezas naturais, visitar bens arquitetônicos e ter experiências gastronômicas pelas cidades por onde passam.

A região conta com roteiros de turismo rural, como a Rota do Café, patrimônios históricos e culturais, turismo náutico e de natureza. Parte dos municípios faz parte da região de Angra Doce, que foi instituída, em 2021, como a primeira Área Especial de Interesse Turístico Federal.

PRESENÇAS – Estiveram presentes na cerimônia de inauguração da obra o prefeito de Joaquim Távora, Reginaldo Vilela; os deputados estaduais Luiz Cláudio Romanelli, Alexandre Curi, Cobra Repórter e Moacyr Fadel; e demais autoridades do Norte Pioneiro.

Fonte: Governo PR

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Encontro de Agroecologia do IDR-PR reforça a importância dos bioinsumos na agricultura

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A importância dos bioinsumos na agricultura como caminho para garantir a sustentabilidade no campo e a redução da dependência externa de fertilizantes químicos foi o tema principal do 4º Encontro de Agroecologia, realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), nesta semana.

O evento, que reuniu 320 pessoas, entre agricultores, estudantes de colégios agrícolas e do ensino superior, além de profissionais da área de ciências agrárias da Região Metropolitana de Curitiba e do Litoral, ofertou também oficinas sobre práticas de bioinsumos e minicurso sobre o tema.

Moacir Darolt, assessor de Agroecologia do IDR-Paraná, afirmou que o uso de bioinsumos é uma estratégia para uma agricultura mais sustentável, resiliente e alinhada aos desafios atuais de produção. “A programação do encontro foi pensada para gerar reflexões e mostrar, na prática, o uso dessa tecnologia para fortalecer a autonomia produtiva das famílias de agricultores”, afirmou.

Realizado por meio do projeto Casa da Agroecologia, o evento aconteceu no Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia e na Estação de Pesquisa em Agroecologia do IDR-Paraná, em Pinhais. A abertura contou com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia (AOPA) e do Colégio Newton Freire Maia.

“Os bioinsumos trazem a possibilidade de reduzirmos a dependência externa que temos dos fertilizantes químicos, pois os custos são alterados sempre que acontecem questões como as guerras em países que produzem esses insumos”, disse o pesquisador Arnaldo Colozzi, do IDR-Paraná.  “Uma estratégia é termos uma produção de bioinsumos nacional que possa suprir as necessidades da nossa agricultura e também ser mais agroecológico”, afirmou.

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Consultor em bioinsumos, mircrobiologia e controle biológico, o engenheiro agrônomo e pesquisador Celso Tomita discorreu sobre a produção “on farm”, sistema pelo qual o produtor rural multiplica insumos biológicos (bactérias, fungos) dentro da própria propriedade. Ele também abordou a questão da capacitação e aplicação de bioinsumos no campo. Uma mesa-redonda reuniu pesquisadores e produtores para discutir experiências práticas com bioinsumos, além dos desafios e oportunidades para a agricultura familiar.

PRÁTICAS DE BIOINSUMOS – Durante o encontro foram realizadas nove oficinas, que exploraram diferentes práticas utilizando bioinsumos: Multiplicação “on farm”; Biodigestor; Microalgas; Controle biológico de pragas; Biofertilizantes líquidos (biofertilizantes, ácido lático, chá de húmus e bokashi); Compostagem – CompostBio (composto enriquecido com microrganismos); Minhocultura e produção de húmus; Microrganismos benéficos e óleos essenciais; e Caldas e bioinsumos.

A agricultora Carmencita de Souza, de Bocaiúva do Sul, esteve no evento em busca de conhecimentos para ampliar a produção de alimentos orgânicos e participou das oficinas de “on farm”, microalgas, biofertilizantes líquidos e minhocário. Ela destacou que foi possível aproximar os ensinamentos das oficinas à sua realidade.

“O minhocário achei muito interessante, porque pode-se usar o esterco da vaca, que é uma matéria que temos disponível e não sabíamos como fazer. Eu vim em busca desse conhecimento e encontrei”, contou a agricultora, que voltou para casa cheia de ideias.

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MINICURSO – Os participantes tiveram também acesso a um minicurso ministrado por Celso Tomita. O consultor aprofundou o conteúdo apresentado na palestra, falando sobre o método TMT, que foca na produção de bioinsumos e biofertilizantes diretamente na lavoura, promovendo a regeneração microbiológica do solo e a sustentabilidade no campo. Participaram técnicos do IDR-Paraná, do Programa Paraná Mais Orgânico – Núcleo de Curitiba e agricultores.

Ícaro Petter foi um dos extensionistas participantes do minicurso. Ele também levou outros cinco agricultores para participar da atividade. “Foi muito proveitoso. Existem momentos na vida que recebemos uma injeção de ânimo e conhecimento e esse foi um deles. Nos faz pensar, mudar conceitos e repensar nosso cotidiano de serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural para aplicar imediatamente o que foi repassado no nosso cotidiano aqui na RMC”, afirmou.

Além da parceria com o Colégio Newton Freire Maia, o 4.º Encontro de Agroecologia contou com a colaboração da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da empresa Ambiente Livre e com o apoio da Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa).

Fonte: Governo PR

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