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Curitiba

Garupa do irmão, morto em acidente no Contorno Leste, não resiste e morre também

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Tribuna Paraná

Morreu no hospital o jovem João Gabriel Pereira, de 18 anos. Ele estava na garupa da moto do irmãoLucas Padilha, de 22, quando se envolveram num acidente na tarde desta sexta-feira (19) no Contorno Sul, a BR-376, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), em Curitiba. João tinha sido socorrido, mas não resistiu aos ferimentos poucas horas depois, no Hospital do Trabalhador. Já Lucas, o piloto da moto, morreu na hora.

Segundo as informações coletadas no local do acidente, o rapaz que pilotava a motocicleta teria tentado ultrapassar um caminhão pela direita, quando acabou se perdendo e colidindo contra um caminhão. O motorista do caminhão, Carlos Roberto Pereira, 50, contou que sentiu o impacto da moto no segundo rodado do veículo.

“Foi uma fatalidade. Quando percebi a batida, olhei no retrovisor a moto no lado direito. A gente sabe que ali tem uma família, por isso parei o caminhão para prestar apoio. É o correto a fazer. Fica um pedido para os motoqueiros para não fazerem manobras pela direita. A gente que é motorista cuida bastante do corredor, mas do lado direito é mais difícil”, alertou Pereira.

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Além deste caminhão, que voltava com vazio de Paranaguá, no litoral do Paraná, outro pequeno caminhão, que transportava cilindros de gás, também acabou envolvido. O motorista confirmou a informação de que o rapaz da moto tentou ultrapassar pela direita.

O Siate foi acionado para atender a ocorrência e o tráfego de veículos ficou lento no local, nos dois sentidos. Lucas não chegou a sequer ser atendido, pois morreu na hora ao cair e bater contra o asfalto. João tinha sido encaminhado ao Hospital do Trabalhador (HT), mas já no local do acidente a informação passada era a de que ele corria risco de morte.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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