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Agro

Fungicida Torino® amplia espectro de ação e fortalece tratamento de sementes de soja, milho, feijão e trigo

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Extensão de bula amplia cobertura do fungicida

O fungicida para tratamento de sementes Torino®, da Sipcam Nichino, recebeu uma nova extensão de bula, ampliando seu espectro de ação em cultivos estratégicos do Brasil.

Lançado há cerca de três anos, o produto já estava presente em mais de 11 culturas, mas agora passa a incluir recomendações específicas para as principais doenças de soja, milho, feijão e trigo.

Novas indicações de uso por cultura

Segundo o engenheiro agrônomo Iago Carraschi, especialista em P&D da Sipcam Nichino, a atualização inclui:

  • Feijão: manejo da podridão de Fusarium (Fusarium oxysporum) e podridão radicular (Rhizoctonia solani).
  • Soja: controle de podridão radicular (Phytophthora sojae) e fungos de armazenamento (Aspergillus spp e Penicillium spp).
  • Trigo: proteção contra Aspergillus spp e Penicillium spp, prejudiciais durante o armazenamento das sementes.
  • Milho: prevenção de Aspergillus flavus no armazenamento e proteção contra podridão da raiz (Pythium spp.).

Carraschi ressalta que Torino® continua atuando em outras culturas como algodão, amendoim, aveia, canola, centeio, cevada, ervilha, girassol, pastagem, sorgo e triticale, mantendo seu papel como solução versátil no tratamento de sementes.

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Tecnologia que aumenta germinação e vigor das plantas

À base dos compostos fluazinam e tiofanato metílico, Torino® atua de forma sistêmica e de contato, oferecendo benefícios que vão além do controle de doenças:

  • Protege sementes durante germinação e emergência
  • Reduz riscos de contaminação do solo
  • Fortalece plantas contra estresses ambientais e climáticos
  • Controla micélios dormentes presentes nas sementes, impedindo a emergência de plantas doentes
  • Maximiza o potencial produtivo das lavouras
  • Solução estratégica para o produtor

O fungicida Torino® se consolidou como ferramenta essencial para agricultores que buscam reduzir perdas, aumentar a uniformidade das lavouras e garantir maior produtividade com baixo investimento.

Segundo Carraschi, “com a extensão de bula, os produtores contam com uma solução de alta tecnologia que protege as sementes e potencializa a viabilidade econômica das culturas, garantindo plantas mais vigorosas e resistentes”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

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O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

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Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

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Fonte: Pensar Agro

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