Brasil
Fundo Clima e Eco Invest: MMA, Fazenda e BNDES apresentam recorde de R$ 179 bi para financiamento à transição ecológica desde 2023
Os Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e da Fazenda e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgam, nesta quinta-feira (12/3), dados sobre a evolução do financiamento à transição ecológica do país nos últimos três anos. Desde 2023, foram mobilizados R$ 179 bilhões por meio do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC), o Fundo Clima, que teve suas atividades retomadas no período, e do programa Eco Invest Brasil, criado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A apresentação ocorre a partir das 15h em entrevista coletiva a ser realizada na sede do MMA em Brasília (DF). Estarão presentes a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o secretário-executivo da pasta e presidente do Comitê Gestor do Fundo Clima, João Paulo Capobianco, o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux, e o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa.
Operado pelo BNDES e liderado pelo MMA, que coordena seu Comitê Gestor, o Fundo Clima se consolidou nos últimos anos como um dos principais instrumentos de financiamento à transição ecológica do país. Desde 2023, vem apresentando crescimento significativo de orçamento, aprovações, contratações e desembolsos. Nesta quinta-feira, o Comitê Gestor aprovou o Plano Anual de Aplicação de Recursos do Fundo para 2026, que conta com orçamento de R$ 27,5 bilhões para o ano corrente, maior valor da série histórica do fundo.
Conduzido pelo Ministério da Fazenda e pelo MMA, o Eco Invest Brasil é parte do Novo Brasil – Plano de Transformação Ecológica. Foi criado para impulsionar investimentos privados sustentáveis e atrair capital externo para projetos de longo prazo, oferecendo instrumentos de proteção contra a volatilidade do câmbio. Com mecanismos financeiros inovadores, o programa viabiliza projetos estratégicos para a indústria verde, recuperação de biomas, infraestrutura para lidar com os efeitos das mudanças do clima e de inovação tecnológica para a Transformação Ecológica.
CREDENCIAMENTO – Os jornalistas que desejarem realizar a cobertura do evento devem realizar o credenciamento aqui.
TRANSMISSÃO – Acesse aqui.
SERVIÇO:
Fundo Clima e Eco Invest: MMA, Fazenda e BNDES apresentam recorde de R$ 170 bi para financiamento à transição ecológica desde 2023
🗓️ Data: Quinta-feira, 12 de março de 2026
⏰ Horário: 15h
📍Local: Salão dos Ministros do MMA (5º andar) – Esplanada dos Ministérios, Bloco B – Brasília (DF)
🎥 Transmissão: Acesse aqui
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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Brasil
Tecnologias tradicionais auxiliam conservação da biodiversidade em áreas metropolitanas
Tecnologias de produção de bens e manejo de territórios desenvolvidas por comunidades tradicionais ganharam destaque nos primeiros eventos presenciais da Estratégia e Plano de Ação para a Biodiversidade (Epab). Os encontros ocorreram em março e em abril na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride) da Grande Teresina e na Região Metropolitana de Florianópolis.
Um dos destaques dos eventos foi a geração de renda com a venda de azeite, sabão e carvão utilizando tecnologias alinhadas ao tempo de regeneração da floresta das quebradeiras de coco babaçu em Timon (MA), que faz parte da Ride da Grande Teresina.
Aliado às geotecnologias modernas, o povo Guarani da Terra Indígena Morro dos Cavalos, em Palhoça (SC), regenera o território junto a iniciativas de Recuperação de Áreas Degradadas (RAD) nos limites da região, fazendo crescer, por exemplo, o número de árvores de palmito-juçara, nativo da Mata Atlântica e em risco de extinção.
As oficinas da Epab integram o Projeto CITinova II, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que apoia regiões metropolitanas no planejamento integrado da biodiversidade, de maneira a alinhar a conservação ambiental, desenvolvimento socioeconômico e bem-estar da população.
“Incluir a conservação da biodiversidade no planejamento urbano é um passo importante para tornar nossas cidades mais saudáveis e resilientes. Ao conduzir processos como a Epab, o CITInova II contribui para que a sustentabilidade seja incorporada como elemento central do desenvolvimento urbano, com benefícios diretos para o clima, tanto em termos sociais quanto econômicos”, disse o diretor do Departamento para o Clima e Sustentabilidade do MCTI e diretor nacional do Projeto CITinova II, Osvaldo Moraes.
O processo participativo de diagnóstico usado pelo projeto vai conectar políticas públicas, ciência, saberes tradicionais e gestão territorial. Participaram dos encontros representantes de comunidades quilombolas e indígenas e extrativistas da pesca artesanal, além de universidades, organizações da sociedade civil e órgãos públicos.
Durante as oficinas também foram identificadas iniciativas de artesanato indígena, pesca artesanal, meliponicultura, turismo de base comunitária, turismo de natureza, agricultura familiar, horticultura agroecológica e agroindústria de produtos como mandioca, pequi e caju. Essas informações serão incluídas nos diagnósticos que servirão de base para a elaboração coletiva da Epab.
“A estratégia vai revelar os desafios e as oportunidades para toda a região implementar políticas públicas ainda mais assertivas pensando na conservação da nossa biodiversidade, com benefícios para o clima e a saúde humana”, afirmou o coordenador da Agenda Teresina 2030, da Prefeitura de Teresina, e ponto focal do Projeto CITinova II no município, Leonardo Madeira.
Após a elaboração de documentos de subsídio e reuniões de temáticas de trabalho, serão promovidos encontros de cocriação da Epab e uma consulta pública. O resultado será a disponibilização a gestores públicos, academia e sociedade civil, de um documento com objetivos, metas, ações e prazos consolidados para apoiar as Regiões Metropolitanas na condução de ações e políticas de conservação da biodiversidade.
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