Paraná
Foz do Iguaçu vai receber circuito da cerveja artesanal no próximo sábado
Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, recebe no sábado (6), a partir das 11h, o Festival da Cultura Cervejeira Artesanal, na histórica Rua Pedro Basso, considerada uma das vias urbanas mais bonitas do município e recentemente tombada como patrimônio cultural municipal. Com entrada gratuita, o evento reúne moradores da cidade, turistas da tríplice fronteira e visitantes de diferentes regiões do Paraná e do País, unindo turismo, cultura e gastronomia em um único espaço.
Com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Turismo (Setu), o festival contará com a participação de seis cervejarias do Oeste paranaenses: a 277 Craft Beer, Kiun, Promalcer, Locksbier, Formosa e a Providência, oferecendo cerca de 30 torneiras com rótulos premiados nacional e internacionalmente. Entre os destaques está a Canoa Quebrada, cerveja foz-iguaçuense que conquistou medalha de ouro na World Beer Cup, em Indianápolis, Estados Unidos, competição que avaliou mais de 345 mil rótulos.
Para o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos, o festival reforça o potencial turístico e econômico de Foz do Iguaçu. “Mais do que degustar cervejas artesanais premiadas, os turistas e visitantes têm a oportunidade de conhecer Foz do Iguaçu que é referência no turismo nacional e internacional. A Rua Pedro Basso se transforma em espaço de convivência e valorização da produção local, fortalecendo o turismo, a economia e o sentimento de pertencimento da população”, afirmou.
Para o secretário municipal do Turismo de Foz do Iguaçu, Jin Petrycoski, o circuito cervejeiro consolida a importância do município dentro da gastronomia e como destino que produz cervejas artesanais com destaque no cenário mundial. “A cerveja artesanal é uma tendência na cena gastronômica. Trabalhamos para fortalecer a produção local, apoiar o empresário do ramo, incentivar os empreendedores e, assim, promover o fortalecimento do setor. Será um evento único”, disse.
A programação musical e cultural do evento inclui o DJ João Ritchie, Kiko e os Tesouros, Caiçara e Tanger, além de flash tattoo e gastronomia local.
O sócio proprietário da Forja Foz, Willian Meireles, a organizadora do evento, reforçou o papel do festival. “Foz do Iguaçu, a cidade das cataratas, recebe o maior evento cervejeiro do Paraná. É uma oportunidade para o público vivenciar a produção artesanal local no coração da cidade. O festival vai além de um brinde: é um marco que celebra e fortalece a indústria cervejeira, gerando conexão direta entre produtores e consumidores e consolidando Foz como polo da cultura cervejeira de alta qualidade”.
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O Paraná tem se consolidado como referência nacional em cerveja artesanal, com mais de 240 medalhas conquistadas desde 2019 no Festival Brasileiro da Cerveja. Entre 2020 e 2024, o setor recebeu investimentos de R$ 5 bilhões, incluindo a inauguração da Maltaria Campos Gerais, com capacidade de produção de 280 mil toneladas de malte por ano, e a construção de uma unidade de maltes especiais em Guarapuava.
O Festival da Cultura Cervejeira Artesanal destaca Foz do Iguaçu como um importante destino de turismo gastronômico e cervejeiro, promovendo interação entre produtores e consumidores, valorizando a história e cultura da cidade e fortalecendo a economia local.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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