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Forças de segurança apreendem 188 toneladas de maconha no 1º semestre, recorde em dez anos

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As forças de segurança do Paraná apreenderam a maior quantidade de maconha para um primeiro semestre dos últimos dez anos em 2023. Ao todo, foram 188,8 toneladas da droga retiradas de circulação. O aumento foi de 64,5% quando comparado com os primeiros seis meses do ano passado, quando foram apreendidas 114,7 toneladas de maconha. O levantamento é do Centro de Análise, Planejamento e Estatística (Cape) da Secretaria da Segurança Pública (Sesp).

O comparativo é bem expressivo em relação a anos anteriores. No primeiro semestre de 2021 foram retiradas de circulação 128,4 toneladas; em 2020, 109,6 toneladas; e em 2019, 53,2 toneladas. Já entre os anos de 2014 e 2018 a média de apreensão por semestre girou em torno de 43 toneladas.

Para o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, o aumento nas apreensões representa a diminuição da oferta de drogas nas ruas, bem como o aumento da sensação de segurança por parte da população. “Com as investigações, policiamento, trabalho de inteligência, atuação integrada e operações em conjunto com outros estados, estamos conseguindo interromper melhor a cadeia do tráfico. As drogas estão relacionadas com outros tipos de crimes, como roubos e a violência, por isso nossa atuação firme nesta área”, afirmou.

Junho foi o mês em que as forças de segurança paranaenses localizaram a maior quantidade. Ao todo, foram 56,5 toneladas de maconha. Naquele mês, por exemplo, em apenas uma ação uma equipe da Polícia Militar localizou quatro toneladas de maconha escondidas em um caminhão que transitava pelo município de São José das Palmeiras, na região Oeste do Estado. Em junho foram 53 toneladas. Os dois meses tiveram mais registros do que a média dos semestres anteriores a 2019.

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Dentre os 10 municípios que mais apreenderam a droga, seis deles (Guaíra, Toledo, Santa Helena, Pato Bragado, São José das Palmeiras e Marechal Cândido Rondon) estão localizados na 13ª Área Integrada de Segurança Pública (AISP), que contempla 21 cidades do Oeste do Estado. Esta AISP, localizada na fronteira com o Paraguai, é um ponto de entrada para entorpecentes vindos de fora do País e que conta com atuação do batalhão especializado da PM, da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Exército Brasileiro.

No Oeste, em Foz do Iguaçu foram 10,5 toneladas; em Guaíra, 11,9 toneladas; em Toledo, 9,7 toneladas; e em Cascavel, 17 toneladas. Outras cidades com números expressivos em apreensões em outras regiões foram Cambará (3,5 toneladas em junho), Londrina (4,8 toneladas no semestre), Maringá, 2,1 toneladas no semestre), Cruzeiro do Oeste (2,9 toneladas em junho), Francisco Beltrão (4,9 toneladas), Araucária (2,5 toneladas) e Curitiba (2,4 toneladas).

CRACK – Além da maconha, as apreensões de crack aumentaram 607% no primeiro semestre em comparação com 2022. A quantidade de crack retirada de circulação foi de 2,15 toneladas, também o maior número da história recente, enquanto que no mesmo período do ano anterior foram apreendidos 355 quilos da droga. Entre 2017 e 2022, a média de apreensões de crack no primeiro semestre foi de 567,8 quilos.

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Os quatro municípios com maiores apreensões foram Maringá, com 984,9 quilos, Guaíra, com 282 quilos, Londrina, com 255,8 quilos e Campo Magro, com 238 quilos. Em Curitiba, foram 29 quilos. 

COCAÍNA – Também foram apreendidas 2,2 toneladas de cocaína no primeiro semestre. Foram 743 quilos em Paranaguá, 479 quilos em Londrina, 208 quilos em Vera Cruz do Oeste, 130 quilos em São José dos Pinhais, 114 quilos em Ouro Verde do Oeste, 96 quilos em Goioerê, 83 quilos em Cascavel e 28 quilos em Floresta.

No fim de junho, por exemplo, uma operação conjunta Polícia Civil, PF e Receita Federal culminou na apreensão de 83,5 quilos de cocaína em Paranaguá. A cocaína estava carregada com breu (colofónia), um subproduto da resina utilizado na fabricação de tintas e adesivos. Outra grande apreensão no período ocorreu em fevereiro, também em Paranaguá, com a apreensão de 262 quilos de cocaína e prisão de quatro pessoas.

DENÚNCIAS – A população pode colaborar com a apreensão de drogas no Paraná. Através do telefone e do site Disque-Denúncia 181 da Secretaria da Segurança Pública é possível denunciar tanto o tráfico de drogas quanto o uso de drogas, além de outros crimes. As denúncias registradas pela população são anônimas e podem gerar investigações que levam a polícia até às drogas e aos criminosos.

Os dados estatísticos, que também incluem LSD e ecstasy apreendidos, podem ser acessados AQUI .

Fonte: Governo PR

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Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%

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A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.

Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.

Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.

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A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.

Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.

Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.

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Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.

Fonte: Governo PR

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