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Festa de San Gennaro, em São Paulo (SP), é reconhecida como manifestação da cultura nacional

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O aroma de macarronada se espalhando pelas barraquinhas montadas nas ruas, o som da dança tarantela e a alegria que une famílias e gerações no bairro da Mooca, em São Paulo (SP), ganham um reconhecimento à altura de sua história. A tradicional Festa de San Gennaro, uma das maiores celebrações populares da capital paulista, agora é oficialmente uma manifestação da cultura nacional.

A lei, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reforça a importância de um evento que, desde 1973, preserva a herança dos imigrantes italianos no Brasil, principalmente na cidade de São Paulo. A festa, que já faz parte do calendário oficial do município, destaca-se não apenas pelo seu significado cultural, mas também pelo forte impacto social, visto que a renda gerada é revertida para obras assistenciais da Igreja de San Gennaro.

O reconhecimento como patrimônio cultural realça o potencial do festejo de fortalecer a identidade turística nacional, estimula a valorização da cultura e promove o patrimônio imaterial do Brasil.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, aponta benefícios da iniciativa para o turismo cultural e gastronômico. “A Festa de San Gennaro é um símbolo e um ótimo exemplo da riqueza da nossa cultura. Ao sancionar esta lei, celebramos mais uma importante tradição, que é também um valioso produto turístico, que atrai visitantes, movimenta a economia local e preserva um legado de fé e união”, observa Sabino.

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A Festa de San Gennaro acontece sempre em setembro e conta com barracas de comidas típicas italianas, tais como macarronadas, vinhos e vários outros. Além das comemorações nas ruas, missas solenes e uma procissão, o evento dispõe de um salão onde ocorrem shows ao vivo durante toda a noite.

IMPULSO – O reconhecimento da Festa de San Gennaro como manifestação da cultura nacional faz parte de um esforço do governo federal para valorizar ainda mais festejos, comemorações e expressões culturais que movimentam a economia e o turismo brasileiro.

Além do festejo da capital paulista, manifestações como a Romaria do Senhor Bom Jesus da Lapa, na Bahia; o Carnaval de Salvador (BA) e a Guitarrada, ritmo paraense típico, já receberam o mesmo reconhecimento.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil e Paraguai realizam Dia D de vacinação na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero

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O Ministério da Saúde do Brasil, em parceria com o Ministério da Saúde Pública e Bem-Estar Social do Paraguai e com apoio da OPAS/OMS, realizou nesta terça-feira (28) o Dia D da Semana de Vacinação das Américas (SVA) 2026 na fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero. A mobilização busca ampliar a cobertura vacinal, atualizar cadernetas e reforçar a proteção contra doenças imunopreveníveis em uma região de grande circulação de pessoas entre os dois países.

“A gente vive hoje em um mundo globalizado, com muitas ameaças à saúde pública. Duas delas são centrais: a desinformação e a negação da ciência. E essa negação se torna especialmente perigosa quando coloca em dúvida os benefícios comprovados das vacinas, que foram responsáveis por reduzir e até eliminar diversas doenças. Quando a cobertura vacinal cai, esses agravos podem voltar a circular, como temos visto com o sarampo. Por isso, ações como esta, na fronteira entre Brasil e Paraguai, são fundamentais, porque reforçam um compromisso conjunto com a ciência, com a proteção da população e com a saúde pública dos nossos países”, afirmou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.

A ação ocorreu na Linha Internacional, um dos principais pontos de travessia da fronteira, com oferta de vacinas previstas nos calendários nacionais de imunização. A iniciativa reforça a vacinação como principal estratégia de prevenção e controle de doenças.

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A campanha binacional foi fortalecida neste ano com a assinatura de um acordo de cooperação internacional durante o III Encontro Internacional de Saúde nas Fronteiras Brasil-Paraguai, com participação do Ministério da Saúde, do Conass e de governos estaduais. O documento prevê campanhas simultâneas de vacinação em áreas de fronteira e consolida ações desenvolvidas desde 2025, incluindo o Projeto de Monitoramento para Vigilância em Saúde na fronteira Brasil-Paraguai.

Além de Ponta Porã, as ações de vacinação em Mato Grosso do Sul seguem até 2 de maio nos municípios de Porto Murtinho, Bela Vista, Coronel Sapucaia e Paranhos, em articulação com as cidades paraguaias de Carmelo Peralta, Bella Vista Norte, Capitán Bado e Ypejhú. A programação inclui postos de vacinação e serviços de atenção básica dos dois lados da fronteira.

Contexto epidemiológico

A realização do Dia D ocorre em um cenário de alerta sanitário regional. A vacinação segue como a principal medida para prevenir doenças imunopreveníveis, proteger populações vulneráveis e interromper cadeias de transmissão, especialmente em áreas de alta mobilidade populacional.

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Regiões de fronteira apresentam desafios específicos para a imunização, como intenso fluxo migratório, diferentes sistemas de saúde e acesso irregular aos serviços, fatores que podem favorecer a circulação de vírus já controlados em outros contextos.

Alerta para viajantes

Com a proximidade da Copa do Mundo FIFA 2026, o Ministério da Saúde recomenda que brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá atualizem a vacinação contra o sarampo antes do embarque. A vacina é ofertada gratuitamente pelo SUS para pessoas de 1 a 59 anos.

A orientação considera o aumento da circulação internacional de pessoas e os surtos registrados nos três países-sede, que apresentam crescimento de casos desde 2025 e mantêm transmissão ativa da doença em 2026.

Até o momento, o Brasil registrou três casos de sarampo em 2026: um no Rio de Janeiro, em uma mulher sem histórico vacinal, e dois em São Paulo, incluindo uma criança com viagem recente à Bolívia. Em todos os casos, foram adotadas medidas imediatas de bloqueio e vacinação. O país permanece livre da circulação endêmica da doença, com resposta baseada em vigilância epidemiológica e alta capacidade de imunização.

Amanda Milan
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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