Connect with us


Agro

FertiSystem lança tecnologia para aumentar precisão no plantio durante a Tecnoshow Comigo 2026

Publicado em

Nova solução chega ao mercado em meio à alta dos fertilizantes

O aumento dos custos dos fertilizantes tem pressionado a rentabilidade do produtor rural em 2026, impulsionando a busca por tecnologias que aumentem a eficiência no campo. Dados da StoneX indicam que os preços chegaram a subir até 20% nos portos brasileiros no início do ano, enquanto o valor médio de importação avançou 5,2% em janeiro na comparação anual.

Diante desse cenário, a FertiSystem anuncia o lançamento do Fert Sensor Air Drill, uma solução voltada para semeadoras pneumáticas, durante a Tecnoshow Comigo 2026, realizada entre os dias 6 e 10 de abril, em Rio Verde (GO).

Tecnologia amplia controle e precisão na adubação

Desenvolvido como evolução do já consolidado Fert Sensor para sistemas por gravidade, o novo equipamento foi projetado para atender semeadoras pneumáticas, que utilizam ar sob pressão para distribuir sementes e fertilizantes.

A principal inovação está na capacidade de monitoramento em tempo real do fluxo de insumos nas linhas de plantio, permitindo identificar falhas imediatamente. O sistema detecta a presença ou ausência de produto, alertando o operador para correções rápidas durante a operação.

Com isso, problemas como entupimentos, falhas de distribuição e desuniformidade passam a ser corrigidos de forma instantânea, reduzindo impactos diretos na produtividade.

Leia mais:  PL altera repasse de receitas aos Conselhos de Engenharia e Agronomia
Redução de desperdícios e ganho de eficiência operacional

O foco da tecnologia é eliminar desperdícios e garantir que a aplicação de insumos ocorra de forma correta. Ao identificar falhas no momento em que ocorrem, o sistema evita que áreas deixem de ser semeadas ou adubadas.

Além disso, a solução contribui para:

  • Melhor aproveitamento de fertilizantes;
  • Redução de perdas operacionais;
  • Aumento da eficiência no uso de insumos;
  • Maior uniformidade no plantio.

Esse controle mais preciso se torna ainda mais relevante em um cenário de custos elevados, onde qualquer desperdício impacta diretamente a margem do produtor.

Integração digital e operação prática no campo

O Fert Sensor Air Drill opera integrado à tela AT200, que exibe em tempo real as informações na cabine da máquina, facilitando a tomada de decisão.

Entre os diferenciais do sistema estão:

  • Comunicação wireless entre sensor e terminal;
  • Instalação simples, sem necessidade de cortes ou adaptações nas mangueiras;
  • Leitura indireta, sem contato com o insumo;
  • Ausência de interferência no fluxo de distribuição.

O sensor é fixado externamente à tubulação por meio de abraçadeiras, eliminando a necessidade de manutenção frequente. Além disso, conta com bateria de longa duração, com autonomia média de 2.500 horas e sistema de repouso automático quando não está em uso.

Leia mais:  Compras chinesas nos EUA definem rumo do mercado global de soja
Portfólio consolidado e avanço em agricultura de precisão

A FertiSystem é reconhecida como uma das principais fornecedoras de soluções para plantio no Brasil, com presença em cerca de 95% da indústria nacional de plantadeiras e mais de 1,6 milhão de unidades comercializadas.

Nos últimos anos, a empresa tem ampliado seu portfólio com tecnologias voltadas à agricultura de precisão, incluindo:

  • Motores elétricos para controle de aplicação via dispositivos móveis;
  • Monitor de sementes linha a linha;
  • Sensores inteligentes para acompanhamento de insumos.
Expansão no Centro-Oeste e aproximação com produtores

A empresa também intensifica sua estratégia de expansão no Brasil, com foco na região Centro-Oeste, especialmente em Goiás.

Durante a Tecnoshow Comigo 2026, o estande da companhia apresentará suas principais soluções em funcionamento, permitindo que produtores conheçam na prática as tecnologias disponíveis.

A participação no evento reforça a estratégia de aproximação com o agricultor, promovendo troca de conhecimento e ampliando a adoção de ferramentas que contribuem para maior produtividade e eficiência no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

Published

on

O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

Leia mais:  Arroz no Rio Grande do Sul: setor defende parcelamento do custeio para reduzir pressão de oferta e sustentar preços

Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

Leia mais:  Exportações globais de café crescem 10,4% em dezembro, aponta OIC

A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262