Paraná
Feriado prolongado: Unidades de Conservação permitem folga perto da natureza
Vinte e oito Unidades de Conservação (UCs) administradas pelo Instituto Água e Terra (IAT) estarão abertas à visitação durante o feriado prolongado em homenagem à Consciência Negra, entre quinta-feira (20) e domingo (23). Além dos parques estaduais, o Jardim Botânico de Londrina, no Norte do Paraná, e o Aquário de Paranaguá, no Litoral, também estarão com funcionamento normal. Os horários seguem o padrão habitual de cada espaço e podem ser consultados pelo site do órgão ambiental.
Entre as diferentes opções de lazer em áreas naturais do Paraná, há locais com estrutura para camping, como o Parque Estadual Pico do Marumbi, localizado entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral. Para quem busca cachoeiras, a dica é o Salto São Francisco, entre os municípios de Guarapuava, Prudentópolis e Turvo, na região Central do Estado.
Há também espaços voltados à prática de esportes de aventura incluem o Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi, e o Vale do Codó, em Jaguariaíva, ambos nos Campos Gerais. Já para os trilheiros, a indicação é o Pico Paraná, ponto mais alto da Região Sul do Brasil.
Na região Norte, os destaques são os parques estaduais Ibicatu, em Centenário do Sul, Ibiporã, em Ibiporã, e Mata dos Godoy, em Londrina, reaberto recentemente após reforma. No Oeste, as opções são o Cabeça do Cachorro, em São Pedro do Iguaçu, e o São Camilo, em Palotina.
No Aquário de Paranaguá o destaque é a “Apresentação da Sereia”, momento de interação com os visitantes. A participação da personagem ocorre diariamente, das 11h às 15h. A orientação é para o público chegar com antecedência. O Aquário funciona das 10h às 18h, com venda de ingressos até 17h30, realizada exclusivamente na bilheteria do local.
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ÁREA VERDE – No total, o Paraná possui atualmente 74 Unidades de Conservação catalogadas pelo IAT, nem todas abertas à visitação. Esse montante compreende cerca de 26,3 mil km² de áreas protegidas por legislação, formadas por ecossistemas livres que não podem sofrer interferência humana ou aquelas com o uso sustentável de parte dos seus recursos naturais, como os parques abertos à visitação pública.
Essas áreas de proteção são divididas em UCs estaduais de Uso Sustentável, com 10.470,74 km²; UCs estaduais de Proteção Integral (756,44 km²); Áreas Especiais de Uso Regulamentado (Aresur), 152,25 km²; e Áreas Especiais e Interesse Turístico (AEIT), com 670,35 km², todas com administração do Governo do Estado.
O cenário se completa com as Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as chamadas RPPNs, que somam atualmente 553,83 km²; terras indígenas, com 846,87 km²; e Unidades Federais, de 8.840,39 km², sendo o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, a área mais simbólica; e Unidades Municipais (3.959,55 km²), como o Parque Barigui, em Curitiba.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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