Agro
Exportações do agronegócio superam US$ 16 bilhões e consolidam Brasil como potência global do agro
O agronegócio brasileiro voltou a registrar desempenho histórico nas exportações e reforçou sua posição estratégica no comércio global. Em abril de 2026, as vendas externas do setor ultrapassaram US$ 16 bilhões, estabelecendo um novo recorde para o período e ampliando a participação do agro na balança comercial brasileira.
O avanço das exportações foi impulsionado principalmente pela forte demanda internacional por produtos brasileiros, com destaque para mercados como China, União Europeia e Estados Unidos. Entre os produtos mais exportados estão soja, carnes, café, açúcar e celulose, segmentos que seguem liderando a pauta comercial do agronegócio nacional.
O resultado confirma a relevância do setor como um dos principais motores da economia brasileira, responsável por geração de empregos, entrada de divisas e fortalecimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Demanda global fortalece presença do Brasil no comércio internacional
Além do crescimento nas vendas externas, o desempenho recorde evidencia a ampliação da presença do Brasil em mercados considerados estratégicos para o abastecimento global de alimentos e commodities agrícolas.
O cenário internacional segue marcado por instabilidades econômicas, disputas comerciais e desafios climáticos, fatores que aumentam a importância de fornecedores capazes de garantir escala, regularidade e competitividade na produção.
Na avaliação de Leandro Marmo, o crescimento das exportações reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no cenário mundial.
Segundo o especialista, o desempenho recorde demonstra a capacidade do setor de atender às exigências globais com eficiência, qualidade e responsabilidade ambiental.
Tecnologia, produtividade e logística impulsionam competitividade
De acordo com Leandro Marmo, o avanço das exportações também está diretamente ligado aos investimentos realizados pelo setor nos últimos anos em tecnologia, inovação, rastreabilidade e modernização logística.
Produtores rurais, cooperativas e empresas do agronegócio intensificaram processos voltados ao aumento da produtividade e ao fortalecimento da competitividade internacional das cadeias produtivas brasileiras.
Outro fator considerado estratégico é a ampliação das exigências ambientais por parte dos países importadores. Mercados internacionais têm adotado critérios cada vez mais rigorosos relacionados à sustentabilidade, governança e rastreabilidade dos produtos agropecuários.
Esse movimento vem exigindo adaptações constantes do setor brasileiro para garantir acesso aos principais compradores globais.
Segurança jurídica e infraestrutura seguem como desafios
Apesar do cenário positivo, especialistas alertam que a manutenção do crescimento sustentável das exportações depende de avanços em áreas consideradas fundamentais para o agronegócio brasileiro.
Entre os principais pontos destacados estão investimentos em infraestrutura logística, estabilidade regulatória, segurança jurídica e fortalecimento de políticas voltadas à sustentabilidade no campo.
Na avaliação do CEO da João Domingos Advogados, o Brasil possui potencial para ampliar ainda mais sua participação no comércio internacional, desde que consiga consolidar um ambiente favorável aos investimentos e à expansão da produção.
Agro segue como principal pilar da economia brasileira
O agronegócio permanece como um dos setores mais relevantes da economia nacional e segue exercendo papel decisivo no desempenho das exportações brasileiras.
A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo de crescimento ao longo dos próximos meses, sustentado pela demanda internacional aquecida, pela expansão da produção agrícola e pela consolidação do Brasil como um dos maiores fornecedores globais de alimentos, fibras e bioenergia.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Girolando lança projeto para jovens na Megaleite 2026 e reforça sucessão familiar no agro
A sucessão familiar no campo e a permanência das novas gerações na atividade rural estarão no centro das discussões da 21ª edição da Megaleite, maior exposição de pecuária leiteira da América Latina. Durante o evento, que acontece entre os dias 2 e 6 de junho em Belo Horizonte (MG), a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando lançará oficialmente o projeto “Girolando Jovem”, voltado à formação de jovens lideranças do agro.
A iniciativa pretende aproximar estudantes, jovens produtores e profissionais do setor das oportunidades existentes na cadeia da pecuária leiteira, fortalecendo a capacitação técnica, a gestão rural e a continuidade dos negócios familiares no campo.
O lançamento oficial do projeto ocorrerá no dia 3 de junho, às 17h, na Sala Minas Gerais, no Parque da Gameleira, dentro da programação da Megaleite 2026.
Sucessão familiar se torna prioridade no agronegócio
O avanço da profissionalização no agro brasileiro tem ampliado o debate sobre sucessão familiar e governança nas propriedades rurais.
Segundo dados do IBGE, mais de 73% das pessoas ocupadas na agropecuária possuem vínculo familiar com o produtor rural, evidenciando a importância das novas gerações para a continuidade da atividade.
De acordo com Daniel Lacerda, que assumirá a presidência e o papel de embaixador do “Girolando Jovem”, o conceito de sucessão no campo mudou significativamente nos últimos anos.
“A sucessão no agro deixou de ser apenas transferência de patrimônio e passou a envolver gestão, governança e continuidade do negócio. Com o crescimento das propriedades que selecionam Girolando no país, preparar as novas gerações para dar continuidade à seleção da raça é essencial”, destaca.
Comissão do Girolando Jovem será apresentada na Megaleite
A comissão do projeto para o triênio 2026/2028 será apresentada oficialmente durante o evento.
Além de atuar na seleção da raça Girolando na Fazenda Mirai, na região da Serra do Cipó (MG), Daniel Lacerda possui formação em Administração nos Estados Unidos e na França. Durante o lançamento, ele ministrará a palestra “Inteligência Artificial no Agro”, abordando o impacto das novas tecnologias na produção rural.
Também integram a comissão:
- Luiza Lima Gaio, médica-veterinária e mestranda em Genética e Melhoramento Animal, da Fazenda Morro da Mandioca, em Oliveira (MG), que ocupará o cargo de diretora financeira;
- Pedro Paiva, jornalista e criador de cavalo Campolina da Fazenda Boa Esperança, em Floresta (MG), responsável pela diretoria de marketing e eventos;
- Túlio Araújo, médico-veterinário, jurado e criador da Fazenda Passatempo, em Serra da Saudade (MG), que atuará como diretor suplente.
O encerramento do lançamento contará ainda com uma rodada de conversa sobre os desafios e oportunidades da nova geração no agro, reunindo integrantes da comissão e especialistas do setor leiteiro.
Megaleite terá programação voltada para jovens do agro
Outro destaque da programação da Megaleite será o “Encontro Jovens do Leite”, promovido pelo Sistema FAEMG/SENAR no dia 3 de junho, às 14h, também na Sala Minas Gerais.
Durante o encontro, o pecuarista Jônadan Ma, presidente da Comissão de Pecuária de Leite do Sistema Faemg Senar, apresentará a palestra “Produzir leite é um bom negócio?”, abordando temas como mercado, sucessão familiar, representatividade e perspectivas econômicas da atividade leiteira.
Segundo ele, o objetivo é aproximar os jovens das oportunidades do setor e discutir a viabilidade da pecuária leiteira no cenário atual do agronegócio brasileiro.
Megaleite 2026 terá julgamentos, leilões e tecnologias para o setor leiteiro
A 21ª Megaleite reunirá produtores, técnicos, empresas e entidades do setor leiteiro em uma programação diversificada voltada à genética, inovação e capacitação.
Entre as atrações previstas estão:
- Julgamentos de animais;
- Torneio leiteiro;
- Mostra de genética;
- Leilões;
- Palestras técnicas;
- Cursos para crianças e adultos;
- Mini fazenda educativa;
- Apresentação de novas tecnologias para a pecuária leiteira.
O evento reforça o protagonismo da raça Girolando na produção nacional de leite e evidencia o movimento crescente de renovação geracional dentro do agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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