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Exportações brasileiras de algodão devem bater recorde em 2025, aponta Cepea

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As exportações de algodão do Brasil continuam em ritmo acelerado. De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o volume embarcado em outubro foi o maior da série histórica para o mês e o segundo maior de 2025, ficando atrás apenas do registrado em janeiro.

Os pesquisadores destacam que o bom desempenho é resultado do avanço no beneficiamento da pluma e na logística de escoamento do expressivo excedente interno, além da competitividade dos preços externos, que têm se mostrado mais atrativos que os praticados no mercado doméstico.

Volume acumulado já supera anos anteriores

Até a primeira semana de novembro de 2025, o Brasil já exportou 2,326 milhões de toneladas de algodão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Esse volume é superior ao total embarcado em todos os anos anteriores, exceto 2024, quando o país enviou 2,77 milhões de toneladas ao exterior.

O ritmo atual indica que o setor deve superar o recorde de 2024, consolidando 2025 como o melhor ano da história para as exportações de algodão brasileiras.

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Perspectivas para o fim do ano

Com o ritmo diário de embarques se mantendo elevado em novembro, o Cepea avalia que o resultado anual deve ultrapassar a marca histórica do ano passado. O cenário reflete o forte desempenho do agronegócio nacional, especialmente em produtos de alto valor agregado, como o algodão, cuja qualidade e volume têm garantido crescimento nas vendas externas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra 2026 de uvas em Monte Belo do Sul registra produção histórica e qualidade excepcional, diz vinícola

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A safra de uvas de 2026 em Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha, deve ser lembrada como uma das mais expressivas da história da vitivinicultura local. Segundo avaliação da vinícola Casa Marques Pereira, o ciclo combinou condições climáticas ideais, aumento significativo de produção e um nível de qualidade considerado excepcional.

Produção de uvas cresce 30% na safra 2026 em Monte Belo do Sul

De acordo com o sócio-proprietário da vinícola, Felipe Marques Pereira, a colheita de 2026 registrou um aumento de 30% em relação ao ano anterior. O desempenho foi observado especialmente nos vinhedos da “Quinta da Orada”, área da família onde estão concentradas as principais parcelas produtivas.

Além do volume, a safra também se destacou pelo alto grau de maturação das uvas, reforçando o potencial produtivo da região.

Uvas atingem padrão de vinho nobre e alta graduação alcoólica

O ciclo de 2026 também chamou atenção pela qualidade técnica das uvas colhidas. Segundo a vinícola, seis variedades atingiram o chamado padrão de “vinho nobre”, caracterizado pela maturação polifenólica completa e níveis de açúcar suficientes para vinhos com mais de 14,1% de álcool, conforme a legislação brasileira.

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Entre os destaques, a uva Merlot alcançou 15,7% de graduação alcoólica, resultado considerado raro para a região.

“Fomos deixando na videira e virou praticamente um amarone. Nunca tínhamos visto algo parecido”, afirmou Felipe Marques Pereira.

Pinot Noir surpreende com desempenho acima da média

Outro destaque da safra foi o desempenho da Pinot Noir, variedade que tradicionalmente apresenta graduação alcoólica mais baixa no Brasil. Neste ciclo, a uva atingiu 14,3%, índice considerado incomum para a cultivar no país.

O resultado surpreendeu produtores e reforçou o caráter excepcional da safra de 2026.

Condições climáticas favoreceram qualidade das uvas

O desempenho positivo da safra está diretamente ligado às condições climáticas ao longo do ciclo produtivo. O inverno mais rigoroso, com maior número de dias frios, favoreceu a dormência adequada das videiras.

Já o regime de chuvas antes da frutificação contribuiu para o desenvolvimento uniforme das plantas. Durante o período de maturação, a baixa incidência de chuvas foi determinante para garantir concentração de açúcares, sanidade das uvas e alta qualidade final.

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Monte Belo do Sul reforça protagonismo na vitivinicultura brasileira

Para a Casa Marques Pereira, os resultados da safra 2026 reforçam o potencial de Monte Belo do Sul como uma das principais regiões produtoras de uvas do Brasil, combinando alto volume e excelência qualitativa em um mesmo ciclo — uma combinação considerada rara na vitivinicultura nacional.

Um levantamento recente aponta que o município possui mais de dois mil hectares destinados à produção de uvas e se destaca como a maior produtora per capita de toda a América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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