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Agro

Etanol deve ganhar espaço nas usinas em 2026 diante da menor atratividade do açúcar

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A safra 2026/27 de cana-de-açúcar no Brasil deve alcançar 660,2 milhões de toneladas, um crescimento de 0,95% em relação às 654,3 milhões de toneladas processadas no ciclo anterior, conforme estimativas da Consultoria SAFRAS & Mercado.

A região Centro-Sul, principal polo produtor do país, deve responder por 600 milhões de toneladas, avanço de 0,84% frente às 595 milhões da safra 2025/26. Já o Norte-Nordeste deve registrar moagem de 60,2 milhões de toneladas, ante 59 milhões no ciclo anterior.

Produção de açúcar deve recuar quase 4%

Apesar do leve aumento na moagem de cana, a produção de açúcar nacional deve apresentar retração. Segundo a SAFRAS & Mercado, o país deverá produzir 41,8 milhões de toneladas do adoçante em 2026/27, uma queda de 3,91% ante as 43,5 milhões previstas para 2025/26.

Com isso, as exportações brasileiras de açúcar também devem diminuir, caindo 11%, de 33,8 milhões de toneladas para 30 milhões de toneladas.

Etanol de cana e de milho segue em expansão

O cenário é diferente para o etanol, que deve continuar atraindo maior interesse das usinas. A produção de etanol hidratado de cana deve crescer 4,1%, alcançando 20,3 bilhões de litros em 2026/27. Já o etanol de milho deve avançar de 3,85 bilhões para 4 bilhões de litros, reforçando a diversificação da matriz de biocombustíveis.

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Chuvas fracas impactam o Centro-Sul, mas demanda sustenta produção de etanol

De acordo com Maurício Muruci, analista de Açúcar e Etanol da SAFRAS & Mercado, a pequena variação na produção de cana do Centro-Sul se deve às chuvas fracas durante a entressafra. Mesmo assim, ele destaca que a demanda crescente por etanol, impulsionada pelo aumento da mistura E30 e pela vantagem econômica do hidratado em relação ao açúcar bruto na Bolsa de Nova York, deve incentivar as usinas a ampliarem a oferta do biocombustível.

Açúcar perde atratividade no mercado internacional

Muruci ressalta que o açúcar tende a ser menos rentável em 2026, devido aos preços internacionais mais baixos. A pressão vem do aumento das exportações de grandes players como China, Índia e Tailândia, além da manutenção do superávit global de 11 milhões de toneladas projetado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em dezembro de 2025.

“O açúcar seguirá menos interessante para as usinas em 2026, em contraste com o cenário favorável visto em 2025”, destacou o analista.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Castrolanda conquista 1º lugar em ranking nacional da suinocultura e reforça excelência na produção de rações

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A Castrolanda conquistou o 1º lugar no Ranking Sistema Aurora – Premiação Destaques Suinocultura 2025, consolidando sua posição entre as principais referências da cadeia suinícola nacional. O reconhecimento foi entregue na última semana, em Chapecó, durante evento promovido pelo Sistema Aurora.

A premiação avalia o desempenho das cooperativas parceiras com foco em qualidade, excelência operacional, segurança dos processos e eficiência na produção de rações destinadas à cadeia da suinocultura.

O resultado evidencia a evolução técnica e operacional da cooperativa nos últimos anos. Em 2024, a Castrolanda havia registrado nota 8,2 na avaliação do sistema. Já na edição de 2025, o índice saltou para 9,6, colocando a cooperativa na liderança entre as 12 participantes do ranking.

Segundo o coordenador industrial da fábrica de rações da Castrolanda, Mahani Acir Piacentini de Souza, a conquista representa o esforço contínuo das equipes em busca de melhoria permanente dos processos.

“O maior desafio não é alcançar o sucesso, mas manter esse nível de excelência. Nosso compromisso agora é seguir evoluindo e sustentando esse desempenho”, destacou.

Reconhecimento reforça protagonismo da cooperativa na suinocultura

Para a cooperativa, o reconhecimento ganha ainda mais relevância pelo destaque alcançado dentro do próprio sistema cooperativista.

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De acordo com Mahani, a evolução apresentada pela Castrolanda foi acompanhada pelas lideranças do Sistema Aurora, o que amplia a importância estratégica da conquista.

“Ficamos muito satisfeitos porque esse reconhecimento veio também das lideranças do sistema, que acompanharam nossa evolução. Entre todas as cooperativas avaliadas, alcançar o primeiro lugar torna esse momento ainda mais especial”, afirmou.

A premiação reforça o avanço da Castrolanda em áreas consideradas fundamentais para a competitividade da cadeia suinícola, especialmente em um cenário cada vez mais exigente em relação à rastreabilidade, segurança alimentar e eficiência produtiva.

Qualidade e segurança alimentar impulsionam resultado

A supervisora de qualidade da Fábrica de Ração e Laboratório da Castrolanda, Jeanine Solek, destacou que o prêmio é resultado do comprometimento diário das equipes com a excelência operacional e os rígidos controles de qualidade adotados pela cooperativa.

Segundo ela, os processos envolvem monitoramento constante em todas as etapas produtivas para garantir segurança e padronização.

“Esse prêmio reflete a parceria sólida entre as cooperativas e o comprometimento de cada colaborador. Trabalhamos diariamente com monitoramentos e controles rigorosos em todas as etapas da produção”, explicou.

Jeanine também ressaltou que o engajamento das equipes foi decisivo para a conquista do reconhecimento nacional.

“Existe um forte senso de pertencimento entre os colaboradores. As equipes estão sempre buscando melhorias, pensando além do básico e propondo soluções para evoluir continuamente. Esse inconformismo positivo faz a diferença”, completou.

Castrolanda destaca foco em melhoria contínua e eficiência produtiva

O gerente executivo de Negócios Pecuária da Castrolanda, Mauro Cezar de Faria, afirmou que a conquista reforça o compromisso da cooperativa com excelência em toda a cadeia produtiva da suinocultura.

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Segundo ele, o reconhecimento do Sistema Aurora demonstra a seriedade dos processos conduzidos pela cooperativa e o alinhamento das equipes em torno da qualidade e da eficiência operacional.

“Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, construído diariamente com dedicação, responsabilidade e foco permanente em melhoria contínua”, destacou.

A conquista também fortalece a imagem da Castrolanda dentro do agronegócio brasileiro, especialmente em um momento em que a cadeia de proteína animal amplia investimentos em tecnologia, biossegurança e produtividade para atender às demandas do mercado interno e das exportações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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