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Brasil

Estudo da Agência Internacional de Energia consolida Brasil na liderança global da transição energética

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O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, nesta quinta-feira (13/11), o estudo Revisão da Política Energética do Brasil 2025, durante a COP30, em Belém (PA). Elaborado pela Agência Internacional de Energia (AIE), a publicação reconhece o Brasil como a principal liderança global na transição para uma economia de baixo carbono, pelo seu compromisso em promover uma transição segura, inclusiva e sustentável.

“Esse estudo ressalta de forma inequívoca a liderança do Brasil na transição energética global, sustentada por políticas públicas que proporcionam clareza, estabilidade e uma visão estratégica de longo prazo, capazes de atrair investimentos e impulsionar transformações. O Brasil tem mostrado ao mundo que é possível crescer com responsabilidade e justiça social. Estamos construindo uma transição energética que gera mais empregos, reduz desigualdades, equilibra o crescimento econômico, a sustentabilidade ambiental e a segurança energética”, comemorou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

O estudo analisa os instrumentos de planejamento, marcos regulatórios, políticas públicas e mecanismos de financiamento que estruturam o setor energético brasileiro. Segundo a AIE, o país tem avançado de forma significativa na consolidação de uma matriz energética limpa, com destaque para o uso de fontes renováveis, a força do setor de biocombustíveis e o compromisso com a neutralidade climática.

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Entre os avanços recentes, destacam-se leis estruturantes aprovadas em 2024, como as do hidrogênio de baixo carbono, do sistema brasileiro de comércio de emissões, do Combustível do Futuro e do Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN). Além disso, a publicação reconhece a importância do Governo do Brasil em promover uma transição energética centrada na população, programas como o Luz para Todos (LPT) têm contribuído para universalizar o acesso à energia elétrica e reduzir desigualdades.

“Seguimos com a missão de fortalecer políticas que assegurem que os benefícios da transição energética sejam amplamente distribuídos, levando energia, dignidade e oportunidades a todas as brasileiras e brasileiros”, ressaltou o Secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Gustavo Ataíde, que representou o ministro durante o evento de lançamento do relatório.

O estudo também apresenta o papel histórico do Brasil no setor de biocombustíveis, uma das maiores histórias de sucesso da matriz energética nacional. Programas como o RenovaBio e a Lei do Combustível do Futuro têm impulsionado o uso de biodiesel, biometano, SAF e diesel verde, fortalecendo a segurança energética e o valor agregado da cadeia produtiva.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

MPA participa da Seafood Expo Global 2026 para ampliar mercados e fortalecer a imagem do pescado brasileiro

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa, entre os dias 21 e 23 de abril, da Seafood Expo Global 2026, em Barcelona, na Espanha, considerada a principal feira mundial do setor de pescados e aquicultura. A missão oficial é chefiada pelo ministro Rivetla Edipo Araujo Cruz, acompanhado por representantes técnicos da pasta.

A presença brasileira no evento integra os esforços do Governo Federal para fortalecer a inserção internacional do pescado brasileiro, ampliar oportunidades comerciais e avançar no diálogo com autoridades e lideranças do setor pesqueiro europeu, com foco na retomada das exportações para a União Europeia.

Realizada anualmente, a Seafood Expo Global reúne autoridades governamentais, organismos internacionais, empresários, investidores e compradores de diversos países, consolidando-se como um dos principais espaços mundiais para a promoção de produtos da pesca e da aquicultura.

Durante a abertura do Pavilhão do Brasil, no dia 21 de abril, o ministro destacou o compromisso do Governo Federal com o fortalecimento da cadeia produtiva do pescado e com a competitividade internacional do setor.

“O Brasil tem trabalhado para consolidar sua posição como fornecedor de alimentos aquáticos de alta qualidade, produzidos com responsabilidade e sustentabilidade. Nossa participação nesta feira reafirma o compromisso do país com o desenvolvimento do setor e com a ampliação de novos mercados para o pescado brasileiro”, afirmou.

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O ministro também ressaltou a parceria entre o MPA, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Consulado-Geral do Brasil em Barcelona, a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (ABIPESCA) e o setor produtivo nacional para fortalecer a presença brasileira no mercado internacional.

Programação institucional

A agenda da missão inclui uma série de reuniões estratégicas com representantes de instituições e governos internacionais. Entre os compromissos previstos estão encontros com:

* representantes da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO);
* dirigentes da INFOPESCA, organismo regional voltado à comercialização de produtos pesqueiros;
* autoridades do governo da Espanha;
* representantes da Noruega;
* membros da Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico (ICCAT).

Além disso, o ministro participa do painel internacional “Scaling Sustainable Blue Foods: Policy, Technology, and Market Insights”, no qual apresentará a visão do Brasil sobre a importância dos alimentos aquáticos sustentáveis para a segurança alimentar global.

Promoção do pescado brasileiro

Ao longo da feira, a delegação brasileira também realizará visitas técnicas e encontros com empresários, importadores e representantes da indústria internacional, reforçando a imagem do Brasil como um país comprometido com:

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* a qualidade sanitária dos produtos;
* a rastreabilidade do pescado;
* a sustentabilidade da produção;
* e a geração de emprego e renda no setor aquícola e pesqueiro.

A participação do MPA na Seafood Expo Global 2026 reforça a estratégia do Governo Federal de ampliar a presença do pescado brasileiro no mercado externo e consolidar o país como referência internacional na produção sustentável de alimentos aquáticos.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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