Paraná
Estado vai recuperar 14 ruas municipais em Campina da Lagoa, no Centro-Oeste
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística assinou um convênio com a Prefeitura de Campina da Lagoa, na região Centro-Oeste, para a obra de recuperação da pavimentação asfáltica em 14 ruas do município. O investimento total será de R$ 2.218.804,64 – R$ 1.995.000,00 de recursos do Estado e R$ 223.804,64 de contrapartida do município, com prazo de execução de 240 dias.
Serão ao todo 3.744,81 metros atendidos de vias municipais com pavimentação asfáltica sobre pedras poliédricas, com recape com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), implantação de meio-fio de concreto, nova sinalização horizontal e vertical.
O prazo de execução do convênio é de 240 dias, incluindo a licitação da obra e realização das melhorias, de responsabilidade do município. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) será o responsável pela supervisão e fiscalização do andamento das obras.
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“Vamos recuperar o pavimento nestas 14 ruas de Campina da Lagoa, onde em alguns pontos as pedras já começam a aparecer novamente. Será mais conforto e segurança para todos os moradores. O convênio contempla ainda o meio-fio de concreto em todas as ruas que ainda não tinham, a pintura de faixas e novas placas de trânsito”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex.
São quatro localidades beneficiadas. No Residencial Mundo Novo a obra atende a Rua Gabriel Vilela Cansian, Rua Inácio de Moraes, Rua Gabriel Lucas Federice, Rua João Vitor Volpato, Rua Ludmila Malena Assmen, Rua Guilherme H. Basaglia, Rua Carolina Titoto Diniz e Rua Wesley Edson Ostruka. No Residencial Lagoa Nova apenas o prolongamento Rua Vital Brasil.
No Jardim Fortaleza as obras serão na Rua Vital Brasil, Rua Ivo de Deus França e Rua 4 de Novembro. E no Jardim Central II a Rua Simplicio de Souza Couto e a Rua Acrineu Tavares.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR promove ação de sustentabilidade e cidadania com doação de equipamentos de informática a escolas
O que fazer com materiais de informática quando a tecnologia é substituída? No Ministério Público do Paraná, a Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos encontrou uma resposta a essa questão que contribuiu para transformar a realidade de milhares de estudantes e ainda para aplicar, na prática, os conceitos de economia circular e sustentabilidade ambiental. A SubAdm mantém um programa de desfazimento e doação de patrimônio voltado a diversas entidades, associações e núcleos de proteção da educação em todo o estado.
Desde 2020 já foram repassados 5.061 equipamentos de informática, como computadores, monitores, impressoras, notebooks e vários outros – materiais que ainda possuíam vida útil, mas que já não estavam adequados aos processos de inovação e tecnologia institucionais. Do total de produtos doados, 1.632 equipamentos (cerca de 32% das doações) foram destinados exclusivamente a instituições de ensino público e de apoio à infância, como escolas municipais e Apaes (por meio de Associações de Pais e Mestres), Centros Estaduais de Educação Profissional (Ceep), colégios públicos cívico-militares e até creches.
Entrega na Escola Municipal Papa Paulo VI
Na última sexta-feira, 14 de agosto, o MPPR doou 20 notebooks para a Escola Municipal Papa Paulo VI, localizada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Os alunos do 4º ano receberam os computadores, que serão utilizados por toda a escola.
Para a diretora, Deise Cristina Voltolini, a chegada dos notebooks representa uma oportunidade de ampliar o acesso das crianças à tecnologia. Ela conta que os equipamentos poderão ser usados em pesquisas e projetos desenvolvidos em sala de aula, como o trabalho sobre o Egito que está sendo realizado pelos estudantes. “Tanto para a escola como para as crianças vai ser mágico. Os notebooks são um presente que, com certeza, vão fazer muita diferença”, enfatizou. Ainda segundo Deise Voltolini, os computadores serão importantes nas atividades de alfabetização e utilizados pelos estudantes com o acompanhamento dos professores.
“A doação de equipamentos faz parte de uma iniciativa realizada há anos pela área de Tecnologia da Informação, que busca dar um novo destino a computadores que já não atendem aos requisitos de segurança do Ministério Público, mas que continuam em boas condições de uso”, explica o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação do MPPR, José Henrique Alves Marçal.
De acordo com José Henrique, antes da entrega, os equipamentos passam por um processo de limpeza de dados, instalação de novos sistemas operacionais, higienização e testes. “A iniciativa permite que equipamentos que não são mais adequados às exigências de segurança do MPPR continuem contribuindo para a comunidade. Eles não atendem mais ao nível de segurança exigido pela instituição, mas são plenamente utilizáveis nas escolas ou em outras entidades”, destacou.
Após a distribuição dos notebooks, alunos do ensino integral fizeram uma apresentação da fanfarra para os integrantes do MPPR.
Lixo eletrônico
Além de contribuir diretamente com as entidades que receberam os equipamentos, do ponto de vista ambiental, o impacto do programa é expressivo. Considerando que equipamentos de informática – o chamado e-waste – são constituídos de plásticos, metais pesados e baterias que, se descartados incorretamente, causam sérios danos ao meio ambiente, o programa evitou que toneladas de lixo eletrônico fossem geradas precocemente. Nesse contexto, a iniciativa estende o ciclo de vida dos eletrônicos, alinhando o MPPR aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
Investimento que não se perde
A ação da SubAdm também está alinhada às políticas institucionais de governança pública e eficiência financeira. Considerando que os produtos foram, originalmente, adquiridos com recursos dos contribuintes, ao invés de deixá-los ociosos em depósitos (sofrendo depreciação total) ou leiloá-los por valores ínfimos como sucata, o patrimônio é novamente incorporado ao sistema público, justamente na área da educação, onde a demanda por esse tipo de investimento é constante.
“Ajudando a equipar escolas e laboratórios com esses materiais fazemos com que o dinheiro público, investido no passado, siga gerando dividendos sociais no presente”, afirma o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Maximiliano Ribeiro Deliberador. “Mais do que ceder patrimônio, o programa prova que gestão eficiente e empatia social podem e devem caminhar lado a lado na administração pública”, diz.
Fonte: Ministério Público PR
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