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Estado, UFPR e Comitê Paralímpico Brasileiro firmam acordo para expandir atividades

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A Secretaria de Estado do Esporte, a Paraná Esporte, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) firmaram um Acordo de Cooperação para incentivar o esporte paralímpico no Estado. A parceria visa promover o desenvolvimento das modalidades paralímpicas desde a base até o esporte de alto rendimento, tanto no Centro de Referência Paralímpico Brasileiro de Curitiba quanto nos outros seis centros espalhados pelo Estado – Cornélio Procópio, Cascavel, Campo Mourão, Ponta Grossa, Telêmaco Borba e Ivaiporã.

A previsão é que os sete postos, que funcionam em parceria com as universidades estaduais, tenham programação definida a partir de março. O Centro de Referência Paralímpico em Curitiba inclusive está contratando professores, com carga horária de 20 horas semanais, e um coordenador técnico com carga horária de 30 horas semanais. Os detalhes das vagas podem ser consultados AQUI.

A ideia é que eles ofertem aulas de atletismo, tênis de mesa, parataekwond, judô, goalball, futebol para cegos, entre outras modalidades. Também podem abrigar campeonatos, treinamentos e palestras.

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O CPB, como entidade gestora das modalidades paralímpicas no País, terá o papel de conduzir e orientar eventos e atividades nesses espaços, enquanto a UFPR disponibilizará condições para o funcionamento do centro em Curitiba. A universidade também disponibilizou uma equipe de pesquisas focada na prática do paradesporto, liderada pela professora doutora Ruth Cidade, que fez carreira nos temas esporte educacional, educação paralímpica e educação física adaptada.

A Secretaria de Estado do Esporte, em conjunto com o Paraná Esporte, fará a articulação com os municípios e atuará no suporte às ações do CPB, por meio do setor de Paradesporto, com eventos esportivos, e da Escola do Esporte, para capacitação de profissionais da área.

De acordo com o secretário estadual do Esporte, Helio Wirbiski, o paradesporto do Paraná já é referência nacional com o programa Geração Olímpica e Paralímpica e outras linhas de atuação. Em 2023, os atletas paranaenses conquistaram 15 medalhas de ouro, 16 de prata e 13 de bronze nas Paralimpíadas Escolares e oito medalhas douradas, 12 de prata e 11 de bronze nos Jogos Parapan-Americanos.

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“Essa integração com Curitiba e com outras cidades que têm tradição nessa área fortalece o Paraná ainda mais. Com capacitação dos professores e espaços exclusivos para crianças PCD, com certeza o Paraná ficará ainda mais forte no paradesporto”, afirma.

CURITIBA – Além do acordo, a Prefeitura de Curitiba, através da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude, também vai ampliar as ações no Centro de Esporte e Lazer, localizado na Vila Oficinas.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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