Paraná
UEPG formaliza convênio e estuda ceder um terreno para construção do campus do IFPR
A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR) formalizaram nesta terça-feira (27) um convênio para assegurar a continuidade das atividades desenvolvidas pelas duas instituições. Neste ano, os estudantes do IFPR da região estão estudando no prédio do Centro Integrar (antigo PDE), localizado no campus Uvaranas. São quatro turmas que totalizam 130 alunos do ensino médio técnico em informática.
O IFPR é uma instituição pública vinculada ao Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), voltada à educação superior, básica e profissional. O IFPR Ponta Grossa funciona como uma extensão da unidade de Curitiba. Criado em 2008, ele atende, atualmente, cerca de 26 mil estudantes nas modalidades presencial e a distância no Paraná. São 43 cursos técnicos presenciais, 11 técnicos a distância e 20 superiores presenciais.
“É mais uma demonstração do compromisso de nossa universidade com a educação pública como um todo. Além de nossas escolas, Colégio Agrícola e Caic, agora teremos em nossas dependências os cursos técnicos do Instituto Federal, contribuindo de forma ativa com o sistema federal de educação”, disse o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, na recepção aos alunos, no último dia 19.
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A partir do convênio, a UEPG a possibilidade de cessão de um terreno de 60 mil metros quadrados para a construção do campus do IFPR dentro do Uvaranas, com o apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), além de outras parcerias entre as instituições de ensino.
Estiveram presentes no encontro o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, o vice-reitor, Ivo Mottin Demiate, além da equipe do IFPR: o reitor Adriano Willian da Silva Viana Pereir; o chefe de gabinete Erick Renan Xavier de Oliveira e o coordenador do IFPR-Ponta Grossa, Adriano Stadler.
Fonte: Governo PR
Paraná
Gaeco deflagra a Operação Pavio Aceso e cumpre 4 mandados para apurar desvio de explosivos comerciais e possível abastecimento de organizações criminosas
O Núcleo Regional de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta quinta-feira, 18 de junho, a Operação Pavio Aceso. A ação busca desarticular um grupo investigado pelo desvio, armazenamento irregular e comercialização clandestina de explosivos de alta potência oriundos de uma pedreira localizada em Campo Mourão, no Centro-Oeste do estado, além de apurar possíveis crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Mourão, Janiópolis e Cianorte, em endereços ligados aos investigados. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Campo Mourão e incluem também o afastamento dos sigilos bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de participação nos fatos investigados.
Investigação – As apurações tiveram início em maio de 2024, quando o Gaeco de Maringá recebeu informações sobre o possível desvio de aproximadamente 300 quilogramas de emulsão explosiva e aproximadamente 1,5 mil metros de cordéis detonantes armazenados em paióis de uma empresa que operava com Certificado de Registro (CR) junto ao Exército Brasileiro já vencido e mantinha os materiais em condições irregulares.
Segundo as investigações, os explosivos desviados teriam como destino o mercado clandestino, com indícios de fornecimento para facções criminosas. A gravidade dos fatos é evidenciada por apreensões realizadas por forças de segurança ao longo do monitoramento do grupo e pelos elementos que apontam que parte do material ainda permanece em circulação.
O potencial destrutivo dos explosivos desviados e a possibilidade de sua utilização por organizações criminosas representam risco significativo à segurança pública, circunstância que motivou a adoção das medidas cautelares cumpridas nesta fase da investigação.
Nome da operação – A denominação “Pavio Aceso” faz referência ao perigo iminente decorrente da circulação clandestina de explosivos de uso controlado e à necessidade de interromper o fornecimento desses materiais antes que sejam empregados em ações criminosas de grande impacto.
Atendimento à imprensa – A partir das 10h30, a imprensa poderá obter mais informações sobre a operação no Núcleo Regional de Maringá do Gaeco (Avenida XV de Novembro, 455-A) e também pelo telefone: (44) 3226-6708.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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