Paraná
Estado libera R$ 25,3 milhões para pavimentação entre Tijucas do Sul e São José dos Pinhais
O Governo do Estado assinou nesta segunda-feira (09), por meio da Secretaria das Cidades/Paranacidade e a Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), um convênio com a Prefeitura de Tijucas do Sul para a pavimentação de uma importante estrada do município.
A obra prevê a pavimentação de 11,6 quilômetros, conectando os bairros Rio de Una e Campina, em Tijucas do Sul, até a divisa com o bairro Contenda, já no território de São José dos Pinhais. O investimento total será de R$ 25,37 milhões, com recursos do Governo do Estado.
A estrada tem papel estratégico para a mobilidade regional por funcionar como uma ligação intermunicipal, sem a necessidade de acesso à BR-376. Com a pavimentação, a expectativa é melhorar o deslocamento entre os municípios e oferecer mais segurança e eficiência para motoristas e moradores da região.
Além da importância logística, a estrada também atende uma região com grande potencial econômico, marcada pela presença de produtores de agricultura orgânica e por um crescente potencial turístico. A proximidade com a Serra do Mar favorece o desenvolvimento de empreendimentos ligados ao turismo rural e de natureza, incluindo pousadas e hotéis instalados nas redondezas.
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Outro aspecto histórico também marca a importância do trajeto. O trecho que será pavimentado corresponde a parte da antiga Estrada de Joinville, que no passado foi a principal ligação entre o Paraná e o Sul do País. Com o tempo, essa rota foi substituída pela atual BR-376, mas continua sendo um caminho relevante para a integração regional.
O secretário das Cidades, Guto Silva, explica que com o novo investimento, o Governo do Estado busca fortalecer a infraestrutura viária da Região Metropolitana de Curitiba. “Esta é mais uma das intervenções em infraestrutura urbana que o Governo do Estado tem realizado na Região Metropolitana de Curitiba, como o Novo Corredor Metropolitano do Contorno Sul, as duplicações da Rodovia dos Minérios e da Uva e as pavimentações entre Mandirituba e São José dos Pinhais, entre Colombo e Rio Branco do Sul e ao município de Doutor Ulysses, além das obras das concessões rodoviárias, que dão agilidade ao deslocamento, poupando um tempo diário precioso de quem se desloca por esses locais”, disse.
O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, falou sobre a importância dessa ligação para a indústria regional. “A região vem se consolidando como um novo polo industrial de São José dos Pinhais, e essa ligação ajuda no deslocamento dos trabalhadores. Para o futuro, sob o ponto de vista metropolitano, podemos considerar a criação desse corredor entre Tijucas do Sul, São José dos Pinhais e Fazenda Rio Grande”, explicou.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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