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Estado investe R$ 55,2 milhões e vai apoiar municípios com 46 novos Cras e Creas

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O Governo do Paraná vai repassar R$ 55,2 milhões para a construção de 46 novos equipamentos públicos de assistência social. Serão 33 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e 13 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo governador em exercício Darci Piana e pelo secretário estadual do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.

A iniciativa representa um reforço do Estado para a rede socioassistencial dos municípios, já que os Cras e os Creas são as principais portas de acesso da população aos serviços de assistência social. Segundo Piana, as estruturas garantem acolhimento, orientação e acompanhamento a pessoas em situação de vulnerabilidade, que dependem dos serviços de assistência social. 

“Hoje são R$ 55,2 milhões para a construção de Cras e Creas em 44 municípios paranaenses. Isso reforça a preocupação do Estado com o atendimento àqueles que mais precisam, as pessoas mais humildes, que enfrentam dificuldades e situações de vulnerabilidade”, declarou Piana.

“Com esses equipamentos, garantimos o acolhimento desde o início do atendimento, mostrando que o Paraná cumpre com o que diz o nosso slogan: ‘Terra de gente que trabalha e cuida’. Estamos cuidando da nossa gente com atenção e esmero”, acrescentou o governador em exercício.

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Cada município contemplado poderá receber até R$ 1,2 milhão por unidade, com repasses diretamente aos Fundos Municipais de Assistência Social. A seleção foi feita a partir de um estudo técnico que classificou as cidades em ordem de prioridade. Em caso de empate, foi considerado o percentual de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), priorizando localidades com maior concentração de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Os recursos são oriundos do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas) e só serão liberados mediante a comprovação de regularidade documental junto ao Conselho, Plano e Fundo da Assistência Social de cada município. As obras devem ser concluídas em até 36 meses.

Segundo o secretário estadual do Desenvolvimento Social e Família, a ampliação da rede significa mais proximidade do poder público com comunidades que enfrentam dificuldades sociais e econômicas. “Esses equipamentos são como postos de saúde da assistência social, atendendo crianças vítimas de violência, mulheres que tiveram direitos violados, idosos e demais pessoas em situação de vulnerabilidade”, disse Carboni

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“Hoje celebramos mais de R$ 55 milhões para Cras e Creas, totalizando mais de R$ 100 milhões em investimentos no setor apenas neste ano. Com as novas unidades, garantimos condições adequadas para o trabalho das equipes que atuam nestas estruturas e levamos dignidade tanto para os profissionais quanto para a população”, concluiu o secretário.

Os Cras são responsáveis pela proteção social básica, com foco na prevenção de situações de risco. Tratam-se de unidades que acolhem famílias, promovem atividades socioeducativas, encaminham para programas de transferência de renda e acompanham casos de vulnerabilidade. 

Já os Creas atuam na proteção social especial, atendendo famílias e indivíduos que tiveram direitos violados ou enfrentam situações mais graves, como violência doméstica, abuso, exploração sexual de crianças e adolescentes, trabalho infantil e abandono. Enquanto o Cras trabalha de forma preventiva, o Creas atende os casos já concretos de violação de direitos, com atuação mais especializada e articulada com o Judiciário, Ministério Público e Conselhos Tutelares.

CRAS E CREAS VICE

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

CIDADES CONTEMPLADAS – Os novos Cras serão construídos em Ampére, Apucarana, Araucária, Cafezal do Sul, Carlópolis, Cianorte, Floresta, Guaraci, Iracema do Oeste, Irati, Itambaracá, Itambé, Mandaguari, Matinhos, Nossa Senhora das Graças, Nova Tebas, Palmital, Pato Branco, Pinhalão, Pitangueiras, Planalto, Rancho Alegre, Ramilândia, Ribeirão Claro, Santa Maria do Oeste, Santa Mônica, São Carlos do Ivaí, Sertaneja, Sabáudia, Siqueira Campos, Terra Rica, União da Vitória e Uraí. 

Os municípios contemplados com Creas são Astorga, Bocaiúva do Sul, Cambará, Campina da Lagoa, Diamante D’Oeste, Figueira, Iguaraçu, Loanda, Munhoz de Melo, Matinhos, Nova Olímpia, Santo Antônio da Platina e Uraí.

Tanto os Cras como os Creas funcionam em regime de gestão compartilhada entre Estado e municípios. O executivo estadual repassa os recursos para construção e fortalecimento da rede física, enquanto a manutenção, gestão e contratação das equipes de trabalho ficam sob responsabilidade das prefeituras, por meio dos Fundos Municipais de Assistência Social.

Nos Cras, as equipes contam com assistentes sociais, psicólogos, educadores sociais e orientadores, responsáveis por realizar o acompanhamento familiar, desenvolver atividades socioeducativas e articular programas e benefícios. Já os Creas contam com psicólogos, assistentes sociais, advogados e pedagogos, preparada para lidar com situações de violação de direitos, em articulação com o Conselho Tutelar, Ministério Público e órgãos do Judiciário. 

A prefeita de Mandaguari, Ivoneia Furtado, destacou a relevância da obra para os moradores do município, na região Noroeste do Paraná. “Recebemos essa notícia com muita alegria, porque hoje o Cras funciona em uma casa simples, alugada. Com a nova estrutura própria, vamos poder atender com mais dignidade e oferecer um espaço seguro e adequado para aquelas pessoas que estão em situação mais vulnerável, garantindo atenção especial a quem mais precisa”, afirmou.

A cidade de Matinhos, no Litoral do Estado, receberá uma unidade de cada estrutura de assistência social. Para o prefeito, Eduardo Dalmora, os investimentos também significam a melhoria das condições de trabalho dos profissionais que atuam no atendimento à população. “Já temos os terrenos e esperamos que, em até um ano e meio, a obra esteja concluída, oferecendo um espaço próprio e adequado para que as equipes atendam a população com mais qualidade”, afirmou.

INVESTIMENTOS – Este é o quarto anúncio oficial em 2025 voltado à ampliação da estrutura da assistência social no Paraná. Somados, os repasses neste ano chegam a R$ 132 milhões, contemplando 107 municípios com a construção de 86 Cras e 24 Creas, o que faz deste pacote a maior ampliação da rede socioassistencial já realizada pelo Governo do Estado.

De acordo com a coordenadora da Política de Assistência Social do Paraná e presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas), Renata Mareziuzek dos Santos, o investimento representa um avanço significativo para a rede socioassistencial. “Não se trata apenas de construir prédios novos, mas de garantir pertencimento e continuidade. Muitas vezes as unidades funcionam em imóveis alugados, que mudam de endereço com frequência, e isso dificulta a vida da população. Com estruturas próprias e fixas, o atendimento ganha qualidade e estabilidade”, afirmou.

Com os novos investimentos, segundo Renata, o Paraná reforça o posto de referência nacional na área. “Hoje temos 590 Cras e 209 Creas em funcionamento. Essa cobertura mostra o quanto a assistência social chega à população paranaense e reforça o compromisso do Estado em garantir serviços permanentes e de qualidade”, ressaltou a presidente do Ceas.

PRESENÇAS – Também acompanharam o anúncio o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega; a superintendente do Paranacidade, Camila Scucato; o superintendente geral de Relações Institucionais, Renato Adur; o subchefe da Casa Civil, Lucio Tasso; o líder do Governo na Assembleia Legislativa do Paraná, deputado estadual Hussein Bakri; os deputados estaduais Cloara Pinheiro, Flavia Francischini, Artagão Junior, Luiz Claudio Romanelli, Anibelli Neto e Gilberto Ribeiro; prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais e vereadores. 

Fonte: Governo PR

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Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001

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Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz. 

O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. “Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então”, explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.

ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS – Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. “O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar”, detalhou o gerente.

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A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.
O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. “O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte”, comentou Ricardo.
 

ENGAJAMENTO – Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.
“Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional”, afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.
Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. “A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência”, comentou Lutero.

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GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.

Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.

CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez.

A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.

Fonte: Governo PR

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