Paraná
Estado abre inscrição para OSCs integrarem o Conselho Estadual de Proteção à Fauna Nativa
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) abriu chamamento público para inscrição de Organizações da Sociedade Civil (OSC) que desejam compor o Conselho Estadual de Proteção à Fauna Nativa (Confauna) durante a gestão 2026-2027. O órgão é responsável por subsidiar e assessorar tecnicamente a definição de diretrizes para as políticas públicas de proteção, conservação e manejo sustentável da fauna nativa e seus habitats, além de atender demandas em temas correlacionados.
As entidades que desejam participar do Confauna devem preencher o formulário neste link, enviando na sequência para o e-mail [email protected] até segunda-feira (06).
Ao todo vão ser disponibilizados quatro assentos para a sociedade civil por meio das OSCs interessadas – as entidades precisam estar legalmente constituídas e devidamente vinculadas no Cadastro de Entidades Não Governamentais (CEENG), com atuação comprovada na conservação da fauna nativa, conforme prevê o Decreto nº 3.148, de 2004, que criou o Confauna. Caso haja muitos interessados, haverá sorteio das vagas no dia 14 de abril, durante a Reunião Ordinária do colegiado.
“É uma oportunidade para ONGs e outros tipos de OSCs participarem da formulação e avaliação das políticas públicas, contribuindo para a preservação de espécies animais nativas e de seus habitats”, diz a coordenadora de Patrimônio Natural e Educação Ambiental da Sedest, Nara Lucia da Silva.
O regimento do Confauna prevê três reuniões anuais, previamente agendadas, que ocorrem de forma híbrida (presencial e virtual).
COMO FUNCIONA – O Confauna tem por finalidade subsidiar e assessorar tecnicamente as secretarias estaduais na regulamentação e execução das ações de proteção à fauna silvestre nativa, sua criação, uso e manejo, colaborando com a conservação do meio ambiente.
O conselho é composto por 16 membros titulares, sendo oito representantes do Poder Público, quatro da sociedade civil e um participante de cada uma das seguintes instituições: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Conselho Regional de Biologia (CRBio), do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público denuncia guarda municipal de Curitiba que utilizava patinete elétrico para abordar adolescentes e oferecer dinheiro em troca de atos libidinosos
O Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais Contra Crianças e Adolescentes de Curitiba, denunciou um guarda municipal da capital, de 34 anos, por diversos crimes sexuais e graves ameaças praticados contra adolescentes. Investigado por abordar as vítimas em vias públicas nos bairros Alto da Glória, Ahú e Centro, ele foi denunciado pelos crimes de perseguição (stalking), importunação sexual, ameaça e tentativa de estupro de vulnerável.
A denúncia, oferecida nesta quarta-feira, 23 de setembro, elenca seis fatos criminosos praticados entre julho e agosto deste ano contra cinco vítimas do sexo masculino com idades entre 13 e 17 anos nas imediações da Rua Mauá, do Estádio Couto Pereira e do Colégio Estadual Professor Loureiro Fernandes, em Curitiba. Ele está preso preventivamente.
De acordo com as investigações, o denunciado utilizaria um patinete elétrico motorizado para abordar as vítimas, perguntando idade e local de residência, e oferecer dinheiro em troca de atos libidinosos. Nas abordagens, ele ameaçava os adolescentes, dizendo que podia encontrá-los, uma vez que conhecia o percurso que faziam diariamente, chegando a exibir uma faca e uma arma de fogo em alguns episódios.
Outras vítimas – A Promotoria de Justiça não descarta a possibilidade da existência de outras práticas criminosas do acusado e orienta que eventuais outras vítimas busquem o Ministério Público do Paraná para orientação e possível representação dos fatos. O contato com a 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais contra Crianças e Adolescentes de Curitiba pode ser feito por meio dos telefones (41) 3251-6745 e (41) 98861-3230, do e-mail [email protected] ou pessoalmente, na Avenida Anita Garibaldi, 750, Cabral.
Além da condenação às penas previstas em lei, o Ministério Público requer a fixação de pagamento de no mínimo R$ 50 mil para cada uma das vítimas a título de reparação pelos danos morais causados.
Processo 0011342-73.2026.8.16.0196 (sob sigilo)
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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