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Escola Fazendária do Paraná promove encontro sobre games voltados à educação fiscal

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A Escola Fazendária do Paraná (Efaz) promoverá um encontro, voltado para os segmentos de tecnologia e educação, que busca reunir representantes de empresas desenvolvedoras de jogos eletrônicos e de associações do setor, além de especialistas em estratégias digitais. O principal propósito da reunião será identificar parceiros estratégicos e impulsionar o desenvolvimento de uma plataforma educacional gamificada direcionada à área da educação fiscal. O evento ocorrerá de forma online, por meio da plataforma Microsoft Teams, em 1º de novembro, às 10h.

A estratégia de gamificação faz parte do Profisco II, o Projeto de Modernização da Gestão Fiscal do Estado, em execução há três anos. A gamificação é um conceito que tem ganhado destaque nos mais diversos segmentos, inclusive na educação. Trata-se da aplicação de elementos característicos de jogos, como competição, desafios, recompensas e narrativas envolventes, em contextos não lúdicos, como a sala de aula.

Quando aplicada à educação, a gamificação pode tornar o processo de aprendizado mais atrativo e motivador, assim promover o engajamento entre alunos. Os possíveis benefícios incluem o aumento na retenção de conhecimento e o estímulo ao pensamento crítico.

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Mário Brito, diretor da Efaz, enfatiza a relevância do encontro e, especificamente, da aplicação do conceito de jogos à educação fiscal. “A gamificação é uma ferramenta com grande potencial para tornar a educação fiscal mais atraente e acessível. Queremos encontrar parceiros que compartilhem nossa visão de inovação na conscientização fiscal e que possam contribuir para o desenvolvimento de uma plataforma educacional gamificada, a fim de promover a educação fiscal no Estado.”

Ele enfatiza que a educação fiscal desempenha um papel importante na formação dos cidadãos, para conscientizá-los sobre a importância de entender como os impostos funcionam e como eles contribuem para o funcionamento do Estado. “A educação fiscal promove a transparência e fornece aos indivíduos o conhecimento necessário para compreender o destino dos recursos públicos. Também incentiva uma maior participação cívica e o cumprimento de obrigações fiscais”, explica.

COMO PARTICIPAR – Desenvolvedoras de software, de games e demais empresas de tecnologia interessadas em participar do evento podem se inscrever AQUI. A expectativa é atrair participantes de diversas partes do Brasil.

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“O encontro representa uma oportunidade para unir forças entre setor público e privado, compartilhar conhecimento e experiências e contribuir para o desenvolvimento de uma abordagem eficaz no que diz respeito à educação fiscal, alinhando-se com as crescentes demandas de um mundo cada vez mais digital e inovador”, diz Mário Brito.

Serviço:

“Gamificação aplicada à Educação Fiscal e Transparência: Diálogos para Inovação com o Mercado”

Data: 1º de novembro

Horário: 10h

Local: Microsoft Teams (online)

Inscrições: https://www.even3.com.br/encontroedfiscal_2023/

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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