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Equipe da Saúde estadual reforça ações no Litoral no combate à dengue

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Técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) estão reunidos desde terça-feira (16) em Paranaguá, no Litoral do Estado, para discutir ações de combate e enfrentamento à dengue na região. Os profissionais da Sesa que prestam apoio no controle vetorial são do Núcleo de Vigilância Entomológica de Jacarezinho e, durante os próximos dias, realizarão uma ação conjunta com o município a fim de reduzir a transmissão da doença.

As equipes estadual e municipal vão passar pelos locais onde são registrados os maiores números de casos e farão mutirão junto à população, além de outras ações estratégicas que possam ajudar na diminuição de casos confirmados.

“O Governo do Estado vem monitorando e intensificando ações para o enfrentamento às arboviroses em todo território. Com o Litoral não é diferente. A partir do diagnóstico em municípios com alta incidência de casos, é possível entender melhor as necessidades do local e dar o apoio necessário”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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De acordo com dados do Informe 38, publicado nesta terça-feira (16), Paranaguá é um dos municípios com mais casos confirmados do Paraná. São 1.787 confirmações e um óbito por dengue.

Desde o início do atual período epidemiológico, em 1º de julho de 2022, o Estado registra 54.083 confirmações e 42 mortes em decorrência da doença. São 239.372 notificações no Estado, sendo 94.170 ainda em investigação e 83.747 casos descartados. O boletim aponta ainda que dos 399 municípios do Paraná, 334 tiveram casos confirmados.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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