Agro
Embrapa da Baixada Cuiabana terá novo parceiro no combate à insegurança alimentar da população pantaneira
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, informou que o Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) será o novo parceiro da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Baixada Cuiabana.
O anúncio ocorreu durante reunião com o diretor do INPP, Leandro Battirola, nesta quinta-feira (25), na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília-DF.
O objetivo da parceria será a implementação e integração de políticas públicas para combater a insegurança alimentar e nutricional na Baixada Cuiabana e região pantaneira. A iniciativa contará com a colaboração do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) para a disponibilização do banco de dados do Cadastro Único (CadÚnico), a fim de apoiar o desenvolvimento de tecnologias, a entrega de alimentos e a capacitação e qualificação dos produtores rurais.
“Com base nos dados do CadÚnico, conseguiremos identificar as deficiências e fazer intervenções certeiras. A ideia é associar cooperativas e associações locais, levando a Embrapa para dentro do território, conectando ciência e políticas públicas. O INPP será essa ponte: garantindo que tecnologia, insumos ou até mesmo comida saudável cheguem à mesa das famílias do Pantanal”, destacou o ministro Carlos Fávaro durante a reunião.
Participaram da reunião o subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do Mapa, Fernando Soares; o assessor Marco Campaella; a professora da Universidade Federal de Mato Grosso, Patrícia Nogueira; a diretora de Programa da Secretaria-Executiva do MDS, Maíra Magalhães; e a suplente de deputada estadual, professora Graciele.
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Agro
Agronegócio impulsiona demanda por borracha e pneus reformados com foco em inovação, economia e sustentabilidade
O agronegócio brasileiro estará entre os principais focos da Expobor 2026 e da Pneushow 2026, eventos que acontecem simultaneamente entre os dias 23 e 25 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. As feiras são consideradas as maiores da América Latina voltadas aos setores de artefatos de borracha e reforma de pneus, reunindo empresas, especialistas, fornecedores e representantes da indústria nacional.
A expectativa do setor é ampliar os debates sobre inovação tecnológica, sustentabilidade, economia circular e eficiência operacional no campo, temas cada vez mais estratégicos para o agronegócio brasileiro.
Segundo Reynaldo Lopes Megna, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha (Abiarb) e do Sindibor, os eventos se consolidaram como espaços importantes para geração de negócios e definição de tendências da cadeia produtiva.
“As feiras reúnem os principais líderes, fornecedores e compradores da cadeia da borracha e da reforma de pneus, ambiente onde se constroem relações comerciais e novas estratégias para o setor”, destacou durante encontro virtual com a imprensa agropecuária.
Borracha ganha importância na mecanização agrícola
Com o avanço da mecanização no campo, cresce também a demanda por componentes de borracha de alta performance utilizados em máquinas agrícolas, implementos e equipamentos industriais.
Entre os principais artefatos aplicados no agronegócio estão:
- mangueiras;
- correias transportadoras;
- vedantes;
- pisos industriais;
- sistemas de amortecimento;
- peças técnicas para máquinas agrícolas.
Esses componentes desempenham papel essencial na produtividade do setor, especialmente em operações submetidas a condições severas de trabalho, exposição climática intensa e longas jornadas operacionais.
De acordo com Renato Cordeiro, head de Portfólio de Eventos B2B da Francal, o agronegócio se tornou um dos segmentos mais relevantes para a indústria da borracha no Brasil.
“As feiras irão apresentar soluções, tecnologias e tendências voltadas ao aumento da produtividade, eficiência operacional e sustentabilidade no campo”, afirmou.
Reforma de pneus avança no agro e reduz custos operacionais
Outro segmento em destaque será o mercado de reforma de pneus, especialmente voltado às operações agrícolas, transporte de cargas e usinas sucroenergéticas.
A prática vem ganhando espaço no agronegócio por proporcionar redução significativa dos custos de manutenção e maior aproveitamento da vida útil das carcaças.
No setor agropecuário, onde pneus representam uma parcela relevante das despesas operacionais, a reforma surge como alternativa estratégica para:
- ampliar competitividade;
- reduzir custos logísticos;
- aumentar eficiência operacional;
- diminuir impactos ambientais.
Além da economia financeira, a atividade está diretamente ligada aos conceitos de sustentabilidade e economia circular.
A reforma permite reduzir o descarte de resíduos sólidos, diminuir o consumo de matérias-primas e limitar as emissões de carbono associadas à fabricação de novos pneus.
Sustentabilidade e inovação estarão no centro dos debates
A programação da Expobor 2026 e da Pneushow 2026 também abordará temas considerados prioritários para o futuro do agronegócio e da indústria brasileira.
Entre os principais assuntos previstos estão:
- economia circular;
- sustentabilidade industrial;
- inovação tecnológica;
- custos logísticos;
- impactos geopolíticos nas matérias-primas;
- competitividade da indústria nacional.
Os organizadores destacam que o cenário global exige cada vez mais eficiência, produtividade e adoção de tecnologias sustentáveis para garantir competitividade ao agronegócio brasileiro.
Eventos reforçam integração entre indústria e agro
A realização conjunta das feiras reforça a aproximação entre o setor industrial e o agronegócio, especialmente em áreas ligadas à mecanização, logística e manutenção de equipamentos agrícolas.
A Expobor 2026 é organizada pela Francal em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha (Abiarb) e o Sindibor. Já a Pneushow 2026 conta com realização da Associação Brasileira da Reforma de Pneus (ABR) e da Associação das Empresas Reformadoras de Pneus do Estado de São Paulo (Aresp).
Com o avanço da mecanização agrícola e a busca crescente por soluções sustentáveis, o setor de borracha e reforma de pneus deve ganhar ainda mais relevância dentro da cadeia produtiva do agronegócio nos próximos anos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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