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Embarque no turismo rural e conheça as deliciosas frutas brasileiras

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Temperaturas amenas, folhas caindo, cenários apaixonantes, frutas deliciosas. O outono chegou no Brasil carregado de atrativos para quem curte as delícias que só o turismo rural pode proporcionar ao viajante! A temporada, que se inicia nesta segunda-feira (20.03) no Brasil, também é conhecida como a “Estação das Frutas” devido a diversidade de árvores recheada de muitos frutos. Por isso, é o período ideal para curtir experiências em áreas rurais, como colher frutas do pé, o que tem de sobra por aqui.

Banana, caqui, figo, limão, laranja, uva… São várias as opções e cidades para a colheita. Pensando nisso, a Agência de Notícias do Turismo listou alguns roteiros e destinos turísticos do país para a realização desta atividade. Vamos nessa?

CIRCUITO DAS FRUTAS (SP) – Responsável por 40% da produção nacional de frutas no país, o “Circuito das Frutas” é uma excelente opção para quem gosta de viagens curtas. Em São Paulo (SP), próximo à capital, nas propriedades rurais das cidades de Atibaia, Indaiatuba, Itatiba, Jarinu, Jundiaí, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo, é possível participar de atividades no estilo “Colha e Pague”. Os municípios também promovem festas dedicadas às frutas mais cultivadas da região, como a Festa do Caqui, em Itatiba (SP), e a Festa do Morango, em Atibaia (SP).

Para quem não conhece ou comeu um figo, Valinhos (SP) é o destino certo. A cidade é responsável por 80% de toda a produção da fruta no Brasil. Lá, o turista pode conhecer as plantações e aprender um pouquinho mais sobre a sua produção. Agora, se a fruta preferida for a uva, em Vinhedo (SP), o visitante pode acessar mais de cinco mil pés da fruta, além de acompanhar o processo de produção de vinho e suco.

REGIÃO TURÍSTICA DA UVA E VINHO (RS) – Próxima à Gramado (RS), a rota é composta por 32 municípios gaúchos, sendo a região com uma das maiores produções de uva e vinho do Brasil. Além disso, é um dos destinos mais buscados por turistas nacionais e internacionais, já que lá é possível encontrar inúmeras vinícolas e propriedades com parreirais disponíveis para visitação.

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A região também é famosa pela realização da Vindima (colheita das uvas). Entre as muitas opções o turista poderá participar da colheita e pisa das uvas; fazer cursos de degustação de vinhos, espumantes, queijos, geleias e sucos; correr ou pedalar em meio aos parreirais; degustar jantares harmonizados; participar das festas típicas nas comunidades; fazer piqueniques e almoçar ao ar livre.

VALE DE SÃO FRANCISCO (PE) – Quem disse que no Nordeste só o “Sol e Mar” faz sucesso entre os turistas. No sertão pernambucano, as cidades de Petrolina (PE), Santa Maria da Boa Vista (PE), Lagoa Grande (PE), Orocó (PE) fazem parte da única região do mundo com mais de duas safras de uva por ano, e responsável pela produção de 15% dos vinhos finos do Brasil.

Em Santa Maria da Boa Vista, por exemplo, o turista pode conhecer a vitivinícola pioneira do Nordeste no cultivo de uvas para exportação. Lagoa Grande (PE) é a Capital da uva e do vinho do Nordeste, destino onde o visitante pode visualizar todas as fases fenológicas das videiras e degustar os produtos produzidos.

CAMINHO DO VINHO (PR) – O morango é um dos principais produtos do Caminho do Vinho, em São José dos Pinhais (PR). A fruta é um ótimo atrativo para um passeio turístico com tranquilidade, contato com a natureza e lazer. Lá, os turistas podem realizar a colheita do morango, consumir a fruta, pesar e levar para casa. Além disso, o destino oferta geleias, suspiros e espetinhos de morango com chocolate. Um passeio inesquecível e que vale a pena ir.

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EXPERIÊNCIAS DO BRASIL RURAL – Muito mais do que as frutas, o Brasil possui roteiros completos que passeiam pela diversidade da agricultura familiar. Colocar a mão na terra, plantar alimentos e consumi-los também faz parte do projeto Experiência do Brasil Rural, desenvolvido pelo Ministério do Turismo e a Universidade Federal Fluminense (UFF). Em roteiros como, a “Rota do Engenho”, em Sergipe, é possível aprender como adubar e plantar a horta do local, além de aprender e acompanhar de perto a receita de aratu, uma iguaria saborosa servida no fim da atividade.

Já na rota “Amazônia Atlântica”, a Fazenda Bacuri, uma agroindústria familiar e artesanal 100% orgânica, situada em Augusto Corrêa (PA), distante cerca de 230 quilômetros da capital, Belém (PA), oferta a oportunidade de acompanhar a produção, degustar e adquirir geleias, licores, mel e frutas secas cultivadas em áreas de manejo florestal. Ainda na rota, os turistas podem, no Sítio Raiz, acompanhar o método tradicional de produção de farinha de mandioca, desde o plantio à elaboração de pratos como o beiju.

No sul do Brasil, a rota “Ferradura dos Vinhedos” dá a opção ao turista de vivenciar a produção de vinho e a degustação da bebida, além de conhecer agroindústrias e cooperativas que fabricam queijos (de leite de vaca e ovelha), azeite de oliva – inclusive cosméticos à base do líquido, noz-pecã e embutidos, entre outras iguarias. As opções também incluem a prova do café campeiro – semelhante ao estilo colonial -, recheado de guloseimas tradicionais da região fronteiriça.

Por Victor Maciel

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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Feriadão? Saiba quais são os melhores horários para pegar a estrada no Paraná

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O 7 de Setembro, sempre muito aguardado pelos curitibanos que têm um dia de bônus por conta do feriado municipal, neste ano não será um feriadão. Isso porque, a data nacional, 7, cai em um domingo. Em resumo, o feriado será bom para quem mora e trabalha em Curitiba, que celebra o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, no dia 8 de setembro.

A parte boa deste ‘meio’ feriado para o curitibano deve ser o alívio nas estradas. A tendência é de um movimento um pouco mais tranquilo em comparação ao de outros feriados nacionais, onde o movimento costuma crescer até 40% em alguns trechos e até mais.

O fluxo maior de carros pode ocorrer em direção ao litoral, mas com movimento considerado normal para um fim de semana.

No entanto, vale ressaltar que as estradas do Paraná têm movimento constante. Além disso, o movimento de caminhões, geralmente restringidos em feriados nacionais, estarão rodando normalmente. Então vale a dica para quem é de Curitiba e quer aproveitar o feriado de um dia sem se estressar.

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Qual é o melhor horário para pegar a estrada?

Para evitar o tráfego intenso, o melhor horário geralmente é madrugada ou início da manhã (entre 5h e 8h) e, em viagens de retorno, as madrugadas.

Outra dicas é consultara os sites das concessionárias (como CCR PR Vias, Via Araucária, EPR Litoral Pioneiro e Arteris) antes de viajar, pois os horários de pico variam dependendo do feriado e da rodovia, com picos concentrados em dias e horários específicos.

Horários a evitar pegar as estradas

  • Dias de semana: Final da tarde, das 16h às 22h, quando as pessoas estão voltando do trabalho e o fluxo aumenta.
  • Feriados:
    • Dia de ida: Quarta-feira e quinta-feira costumam ser os dias de maior movimento para sair das cidades.
    • Dia de retorno: Domingo e o feriado em si são os dias de maior movimento para voltar.

Dicas bônus para uma viagem tranquila

  • Planejamento: Os horários de pico são mais intensos em feriados prolongados e em dias que antecipam alguns feriados nacionais, como o Natal, por exemplo.
  • Verifique as previsões: Acompanhe as previsões de tráfego das concessionárias rodoviárias antes de viajar. Cada empresa fornece dados específicos sobre cada trecho e período.
  • Roteiro: Rotas de grande volume, como o acesso ao litoral do Paraná, têm tráfego mais intenso sempre. Vale consultar rotas alternativas por outras rodovias, com a BR-277 e BR-376. Mas lembre-se que este caminho, por enquanto, depende de travessia por balsas pela baía entre os municípios de Matinhos e Guaratuba.
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