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Em Nairóbi, MMA reforça necessidade de debater superpoluentes

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) participa de 8 a 12 de dezembro, em Nairóbi, no Quênia, da Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-7) com a urgência de debater os Poluentes Climáticos de Vida Curta (PCVCs). Esses elementos, também conhecidos como “superpoluentes”, são gases com alto poder de aquecimento climático e capazes de afetar diretamente a saúde pública, como metano, carbono negro e hidrofluorocarbonetos (HFCs).

Representando o MMA, o secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, Adalberto Maluf, fez um apelo global sobre o tema durante reunião ministerial da Coalizão Clima e Ar Limpo (CCAC), da qual também é copresidente. Maluf alertou na última quarta-feira (9/12) que, sem uma atuação imediata, será impossível limitar o aquecimento global a 1,5°C. 

O secretário também destacou o trabalho analítico do Global Economic Assessment of Climate and Clean Air, em andamento na CCAC, que aborda o caso econômico da aceleração da ação climática. O relatório pioneiro irá quantificar os gastos que podem ser evitados e os benefícios econômicos que podem ser alcançados ao se investir em medidas contra os poluentes climáticos. Embora os dados completos do estudo só sejam divulgados no próximo Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho de 2026, a menção do documento serviu para embasar o diálogo ministerial, reforçando que a agenda de “superpoluentes” é uma política econômica estratégica para os países.

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O Brasil demonstra seu compromisso por meio da elaboração de um plano nacional para combater as emissões de PCVCs. Maluf explicou que, segundo a CCAC, a redução desses poluentes proporciona benefícios, além de ganhos climáticos, que poderiam evitar até 0,6°C de aquecimento até 2050. “Ao mesmo tempo em que evitamos o aquecimento global mais severo, colhemos benefícios imediatos para a saúde, a qualidade do ar nas cidades, a economia e a segurança alimentar das pessoas”,  disse.

Entre os temas discutidos no Quênia, esteve o recém-lançado “Acelerador de Ação dos Países sobre Superpoluentes”. A iniciativa foi divulgad ana COP30 pelo Brasil e pelo Reino Unido. O Brasil integra o primeiro grupo de países que receberá apoio, juntamente com Camboja, Indonésia, Cazaquistão, México, Nigéria e África do Sul.

O programa visa integrar a ação contra PCVCs nas políticas e orçamentos nacionais, fornecendo ao Brasil um pacote de recursos entre 4 e 5 milhões de dólares ao longo de três anos. Além disso, o acelerador prevê a criação de unidades nacionais de “superpoluentes”, inspiradas nas bem-sucedidas Unidades de Ozônio do Protocolo de Montreal, para garantir ações contínuas dentro das instituições governamentais e promover ações coordenadas de alto impacto.

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Internamente, o MMA tem avançado no arcabouço regulatório para acelerar o corte das emissões dos “superpoluentes”. Em junho de 2024, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), presidido pelo MMA, estabeleceu regras que definiram padrões de qualidade do ar mais protetivos para o Brasil. Adicionalmente, está em curso a revisão da Resolução Conama 5/1989, que instituiu o Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar (Pronar), principal norma de orientação para a gestão da qualidade do ar de âmbito nacional.

Maluf representa o MMA nas reuniões ministeriais oficiais da UNEA-7 com foco em temas vitais para o país, como gestão de resíduos, produtos químicos, minérios e Manejo Integrado do Fogo (MIF). Os esforços são parte de uma iniciativa global para frear o aquecimento, melhorar a qualidade do ar, proteger a saúde pública e fortalecer a resiliência econômica, especialmente em países vulneráveis.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]

(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Ministério da Saúde e fãs da banda BTS se unem para incentivar a doação de sangue

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Uma rede de fãs do grupo sul-coreano BTS está transformando admiração pela banda em solidariedade. Neste sábado (13), a organização Army Help The Planet promove a quarta edição da campanha Blood To Save, iniciativa que incentiva a doação de sangue em diferentes regiões do Brasil em alusão ao aniversário do grupo coreano, celebrado em 13 de junho, e ao Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado em 14 de junho.

A mobilização conta com apoio do Ministério da Saúde e terá sua principal ativação no Posto Clínicas da Fundação Pró-Sangue, localizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. Fãs da banda também organizam ações locais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Amazonas e Santa Catarina.

“Ficamos muito felizes em apoiar uma iniciativa que mobiliza tantas pessoas em torno da doação de sangue. Parcerias como essa nos ajudam a levar informações de saúde para novos públicos e a reforçar a importância de um gesto simples que pode salvar vidas. Quanto mais pessoas forem alcançadas por essa mensagem, maior será o impacto para quem depende das doações”, afirma a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad.

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“Queríamos que a Blood To Save chegasse ao maior número de pessoas possível. A campanha nasceu para unir a mensagem positiva do BTS a um gesto de solidariedade que salva vidas. Com o apoio do Ministério da Saúde, acreditamos que essa mobilização pode alcançar ainda mais pessoas e incentivar novos doadores em todo o país”, afirma Mariana Faciroli, codiretora da Army Help The Planet. A parceria entre o Ministério da Saúde e a Army Help The Planet começou após a repercussão de uma publicação nas redes sociais do órgão, divulgada em abril deste ano. O conteúdo relacionava músicas do BTS a ações do programa Agora Tem Especialistas e alcançou mais de 1,3 milhão de visualizações e 116 mil curtidas, ampliando o diálogo com a comunidade de fãs no ambiente digital.

Mobilização do fã clube

A partir dessa aproximação, surgiu a proposta de somar esforços à campanha Blood To Save, criada em 2023 pela Army Help The Planet para incentivar a doação regular de sangue. A iniciativa busca mobilizar doadores frequentes e estimular pessoas que nunca doaram a procurar um hemocentro pela primeira vez.

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A Army Help The Planet é uma organização criada em 2019 por fãs brasileiros do BTS. Ao longo dos anos, o grupo consolidou-se como uma das principais iniciativas de impacto social lideradas por admiradores da banda sul-coreana no Brasil, com projetos ambientais, campanhas de arrecadação de recursos, ações de combate à fome, iniciativas de cidadania e atividades voltadas à promoção da saúde.

Quem pode doar

A doação de sangue é fundamental para manter os estoques em níveis seguros e garantir o atendimento de pacientes que necessitam de transfusões em tratamentos, cirurgias, emergências e outras condições de saúde.

Para ser um doador de sangue é preciso:

  • Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem ter autorização dos responsáveis)
  • Apresentar documento de identificação com foto;
  • Pesar no mínimo 50 kg;
  • Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas;
  • Estar alimentado (é necessário evitar alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação de sangue).

Acesse a página de doação de sangue

Camila Marques
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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