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Em concessão lotérica inédita na B3, Lottopar autoriza empresa a operar loteria instantânea

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A Lottopar concretizou a primeira concessão de uma lotérica estadual na B3, nesta segunda-feira (25), em São Paulo. A cerimônia de batida de martelo histórica marca o início da concessão da modalidade lotérica instantânea no Paraná. Ela é conhecida popularmente como “raspadinha”, na qual o apostador sabe na hora se o bilhete está premiado raspando os campos encobertos desse bilhete. A empresa que vai operar o sistema é a Apostou.com. Ela assinou o contrato, pagou uma outorga fixa de R$ 15 milhões e agora começa a integrar o sistema ao da Lottopar.

A concessão tem o prazo de dez anos contados a partir da data de emissão da ordem de serviço, prorrogável por igual período, mas com limite de 20 anos. Os serviços lotéricos podem ser oferecidos apenas no Paraná, garantindo respeito à territorialidade.

Esta é uma modalidade de jogo na qual o resultado é imediato. O apostador sabe se o bilhete está ou não premiado raspando os campos encobertos onde estão gravadas combinações de números, símbolos ou caracteres determinantes dos prêmios. Os bilhetes poderão ser físicos e/ou virtuais, a depender do plano operacional que deve ser apresentado pela Apostou.com antes do início das operações.

“É um dia histórico tanto para a Lottopar quanto para a B3. É a primeira concessão lotérica da modalidade instantânea e também a primeira concessão lotérica realizada na Bolsa de Valores. É mais um passo importante na estruturação da Lottopar. Já fizemos o credenciamento e já estão em operação as apostas de quota fixa (bettings), batemos o martelo com a concessão da modalidade instantânea e em breve faremos as modalidades de prognósticos e passiva”, afirmou o diretor-presidente da Lottopar, Daniel Romanowski.

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“A B3 é uma das maiores bolsas de valores do mundo e pela primeira vez recebe uma concessão lotérica. O Governo do Paraná mais uma vez inovou nesse processo, que garante transparência e assertividade”, complementou o secretário de Administração e da Previdência, Elisandro Frigo.

“Consolidamos um trabalho que teve muitas etapas nessa modalidade lotérica instantânea. A partir de agora inicia-se um prazo para que a empresa apresente os certificados, as garantias e o plano operacional para iniciar em breve a operação. Essa será uma modalidade com grande capilaridade em todo o Estado”, disse o diretor de Operações da Lottopar, Fabio Veiga.

A próxima etapa, de integração, é a conexão dos sistemas do concessionário com a plataforma de gestão e meios de pagamentos contratada pela Lottopar, o que garante que todas as operações estejam espelhadas, a fim de possibilitar monitoramento e coibir eventos que possam interferir na segurança, garantindo lisura nas apostas efetuadas.

SEGURANÇA – Como forma de garantir ainda mais segurança nas operações lotéricas dentro do Estado do Paraná, a Lottopar segue com credenciamento de laboratórios de testes e certificação aberto. O Paraná já conta com quatro laboratórios credenciados para atuar junto aos operadores lotéricos, que são Gaming Laboratories International (GLI), BMM Spain Test Labs, Gaming Associates Europe e eCOGRA.

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A principal função desses laboratórios é verificar se os produtos e sistemas lotéricos cumprem normas, regulamentos e requisitos estabelecidos pelas autoridades reguladoras e pelas entidades responsáveis pela indústria de jogos e loterias. As certificações emitidas por esses laboratórios garantem que os serviços lotéricos e de apostas esportivas sejam justos, seguros, livres de fraudes e que atendam aos padrões internacionais de qualidade exigidos.

MODALIDADES – Em novembro de 2023, a Lottopar autorizou o início da operação das “bettings”. Estão em atividade na jurisdição do Paraná e de forma regulamentada cinco sites de apostas esportivas (Apostou, Bplay, Aposta.la, Pixbet e Nossabet) e podem ser acessados neste link. Além da loteria instantânea, a Lottopar também fará a concessão e fiscalização da loteria de prognósticos numéricos, passiva, prognósticos esportivos e prognóstico específico. O edital para essas modalidades está aberto e pode ser consultado neste link.

Os recursos arrecadados com a outorga das empresas operadoras, royalties e da outorga variável será destinada às áreas de habitação, segurança pública, além do financiamento de programas sociais do Estado.

Fonte: Governo PR

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Estudantes de colégio de Campo Largo desenvolvem projetos sustentáveis

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Em diferentes regiões do Paraná, estudantes da rede estadual têm se destacado pelo desenvolvimento de iniciativas voltadas à sustentabilidade, à pesquisa científica e à conscientização ambiental.

Por meio dos Clubes de Ciências do NAPI Paraná Faz Ciência, iniciativa que reúne a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), a Fundação Araucária, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) e universidades estaduais, espaços de pesquisa, inovação e aprendizagem estão mais consolidados. Neles, estudantes transformam conhecimento científico em ações com impacto social e ambiental dentro e fora das escolas.

No Colégio Estadual Casemiro Karman, em Campo Largo, na Região Metropolitana da Curitiba (RMC), 40 estudantes de duas turmas da eletiva do Paraná Integral do Ensino Fundamental II participam do Clube de Ciências Plantando Ideias para um Futuro Sustentável. Eles desenvolveram projetos que unem educação científica, sustentabilidade e impacto social, com destaque para a reciclagem de óleo de cozinha usado. Nem todos os estudantes participam diretamente dos mesmos projetos, pois eles se organizam em grupos de interesse.

Uma das ideias consiste no desenvolvimento de uma linha de produção de sabão sólido e líquido a partir do óleo de cozinha recolhido pela própria comunidade escolar. Ela surgiu a partir de conversas sobre os impactos do descarte incorreto no meio ambiente, especialmente na contaminação da água e do solo.

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A estudante do Clube de Ciências, Erica Veiga, destaca que a participação no projeto mudou hábitos dentro da própria casa e ampliou sua consciência ambiental. Ela também está envolvida na mobilização da comunidade escolar para arrecadação de óleo de cozinha usado, produzindo materiais de conscientização para incentivar as doações.

“Depois que eu entrei no Clube de Ciências e comecei a ter mais contato com o projeto do óleo, eu percebi o quanto o descarte inadequado prejudica o meio ambiente. Antes, a gente descartava no ralo porque não tinha muito conhecimento sobre isso. Depois que me conscientizei, comecei a conscientizar a minha família também, e hoje armazenamos o óleo em garrafas para doar para a escola”, contou.

O material que não é utilizado nas produções dos estudantes é destinado a uma empresa parceira, responsável pelo reaproveitamento na fabricação de glicerina.

Outra iniciativa de impacto é o projeto de vermicompostagem, que utiliza resíduos orgânicos para produção de adubo natural destinado à horta agroecológica da escola. A ideia surgiu do interesse em reduzir resíduos orgânicos e transformar restos de alimentos em adubo natural por meio da ação das minhocas, transformando restos de alimentos em um adubo de alta qualidade para o solo, pois o húmus age muito mais rápido.

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A estudante também participa das atividades relacionadas à vermicompostagem e ressalta o aprendizado adquirido nas ações desenvolvidas pelo grupo. Segundo Érica, uma das experiências mais marcantes foi a elaboração do artigo científico sobre a transformação do óleo em sabão. “Eu me surpreendi com a nossa capacidade de fazer praticamente tudo em equipe”, afirmou. Ela ainda destaca que o clube permitiu compreender, na prática, a importância das minhocas na produção de húmus e no reaproveitamento de resíduos orgânicos para a horta da escola.

As iniciativas ainda estão em fase de desenvolvimento, mas os estudantes já realizaram protótipos das ações desde o ano passado.

Segundo a professora responsável pelo clube, Vanda Gusmão, os projetos surgiram a partir de debates realizados com os estudantes sobre problemas ambientais identificados no cotidiano da comunidade escolar. “Foi um processo colaborativo. Os estudantes pesquisaram temas ligados à sustentabilidade, levantaram problemas ambientais e começaram a discutir possíveis soluções. A partir disso, criamos hipóteses, realizamos testes práticos e planejamos as ações do grupo”, explicou.

Fonte: Governo PR

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