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Dólar inicia o dia em queda com investidores atentos ao cenário internacional

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Dólar abre em baixa acompanhando a agenda global

O dólar começou o pregão desta sexta-feira (17) operando em leve queda, refletindo o clima de cautela nos mercados internacionais. Por volta das 9h15, a moeda norte-americana registrava recuo de 0,13%, negociada a R$ 5,4350.

Na quinta-feira (16), o dólar havia encerrado o dia em baixa de 0,36%, cotado a R$ 5,4426, acompanhando o movimento global de valorização de moedas emergentes.

Mercado observa negociações entre Brasil e EUA

Os investidores seguem atentos às discussões diplomáticas entre Brasília e Washington, que buscam uma nova rodada de acordos comerciais. As tratativas podem fortalecer o comércio bilateral e influenciar o câmbio nos próximos dias.

Ao mesmo tempo, o cenário externo é pressionado por tensões geopolíticas e pela expectativa de encontros entre líderes de grandes potências, o que mantém os mercados em compasso de espera.

Desempenho recente do dólar

Mesmo com a leve queda registrada nesta manhã, o dólar acumula recuo de 1,10% na semana. No entanto, ainda apresenta alta de 2,26% no mês e queda de 11,93% no acumulado de 2025, segundo dados do mercado financeiro.

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Ibovespa tem leve correção após ganhos recentes

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), inicia as negociações às 10h, após ter encerrado a véspera com queda de 0,28%, aos 142.200 pontos.

Apesar do desempenho negativo no último fechamento, o índice ainda soma alta de 1,08% na semana. Já no mês, o recuo é de 2,76%, enquanto no acumulado do ano o Ibovespa avança 18,22%, impulsionado pelo bom desempenho de setores como financeiro, energia e commodities.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ureia recua no mercado global após alta e sinaliza pressão de demanda no agronegócio

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Após dois meses de forte valorização, o mercado global de ureia começa a apresentar sinais de enfraquecimento, com perda de sustentação nos preços diante de uma demanda mais fraca em nível internacional. O movimento já se reflete em importantes polos consumidores e exportadores, incluindo o Brasil, Estados Unidos, China, Oriente Médio e Egito, segundo análise da StoneX, empresa global de serviços financeiros.

Apesar da manutenção de restrições logísticas no Oriente Médio — região estratégica para o fornecimento global de ureia e amônia — o mercado passa a ser mais influenciado pela desaceleração da demanda, que pressiona as cotações após o recente ciclo de alta.

Brasil já registra segunda semana de queda

No mercado brasileiro, a tendência de baixa já está consolidada. De acordo com o relatório semanal de fertilizantes, a ureia acumula a segunda semana consecutiva de recuo, com negócios sendo fechados abaixo de US$ 770 por tonelada, cerca de 4% inferior aos valores observados há duas semanas.

O movimento acompanha o comportamento internacional e reforça a correção de preços após o pico recente de valorização.

Queda é observada em diversos mercados globais

Além do Brasil, o recuo nas cotações também foi registrado em outras regiões estratégicas:

  • Estados Unidos
  • China
  • Oriente Médio
  • Egito
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O movimento indica um enfraquecimento mais amplo do mercado global de fertilizantes nitrogenados, alinhado a uma demanda mais contida por parte dos compradores.

Demanda mais fraca redefine dinâmica de preços

Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías, o cenário atual representa uma mudança importante na formação dos preços internacionais.

“Mesmo com um ambiente ainda tensionado do lado da oferta, a demanda mais fraca passou a ter maior peso na dinâmica do mercado, pressionando as cotações após um período de alta intensa”, destaca.

O comportamento dos compradores também contribui para o cenário, com postura mais cautelosa diante das incertezas e da perda de atratividade nas relações de troca.

Logística no Oriente Médio ainda sustenta mercado

Apesar da tendência de queda, a redução dos preços não deve ocorrer de forma intensa no curto prazo. Isso porque os gargalos logísticos no Oriente Médio continuam restringindo a oferta global, especialmente em uma região responsável por parcela relevante das exportações de ureia e amônia.

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Esse fator estrutural ajuda a evitar uma desvalorização mais acentuada, mantendo certo nível de sustentação nas cotações internacionais.

Mercado deve seguir volátil no curto prazo

A expectativa é de que o mercado de ureia permaneça em ambiente de ajuste gradual, com possíveis quedas adicionais limitadas pela oferta restrita, mas influenciadas por uma demanda global mais fraca.

Entre os fatores que pressionam o consumo estão:

  • Período de menor demanda em países-chave
  • Relações de troca menos favoráveis ao produtor rural
  • Maior cautela nas decisões de compra
  • Perspectiva para o fertilizante no agro

Com o mercado em transição após o ciclo de alta, a ureia entra em uma fase de reequilíbrio entre oferta e demanda. Para o agronegócio, o momento exige atenção ao comportamento dos preços internacionais, já que oscilações no fertilizante têm impacto direto nos custos de produção das principais culturas agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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