Paraná
Dois Promotores ingressam na carreira do MPPR em processo de permuta
O Ministério Público do Paraná receberá nesta terça-feira, 6 de outubro, dois novos Promotores de Justiça provenientes do estado de Minas Gerais por meio de permuta interinstitucional entre membros do MP brasileiro.
A solenidade de posse de Henrique Bottacin Saes e Rodrigo Moura Nunes na carreira do MPPR será realizada às 17 horas, no oitavo andar da sede do MPPR (Bloco II), em Curitiba (Rua Marechal Hermes, 820). O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube.
Esta é a primeira vez que o Ministério Público do Paraná participa de um ato de permuta. Os dois novos integrantes ocuparão as vagas dos Promotores de Justiça Esdras Soares Vilas Boas Ribeiro, de Ponta Grossa, e Laís Goulart Muller, de Prudentópolis, que irão para o Ministério Público de Minas Gerais. Eles também tomarão posse nesta terça-feira (6).
O direito de permuta nacional aos membros dos Ministérios Públicos Estaduais é regulamentado pela Resolução 323/2026 do Conselho Nacional do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu
O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.
Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin
De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.
Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.
Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.
Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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