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Paraná

Dezessete pessoas denunciadas pelo MPPR a partir de apuração sobre associação criminosa em presídios são condenadas

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A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná, a 5ª Vara Criminal de Londrina condenou 17 pessoas investigadas no âmbito da Operação Progresso, que apurou a atuação de organização criminosa a partir de presídios da região do Norte Pioneiro do estado. Os condenados foram apontados como lideranças da facção pelas investigações conduzidas pelo Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As penas aplicadas variaram de 27 a 3 anos de reclusão – de acordo com o apurado sobre cada requerido – pela prática dos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Operação – Deflagrada em outubro de 2021 pelo Gaeco de Londrina, com apoio de força-tarefa composta pela Polícia Civil, Polícia Militar e Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), a Operação Progresso apurou atos ilícitos cometidos pela organização, com foco especial no setor da facção denominado “100%”, dedicado à venda de drogas no atacado, para fins de revenda. De acordo com as investigações, os réus – agora condenados – lideravam o setor, promovendo as tratativas para repasse das drogas, recepção dos valores, controle das vendas, cobrança de dívidas e lavagem de dinheiro.

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Ainda no curso das apurações da Operação Progresso foram efetuadas sete prisões decorrentes de mandados judiciais e 15 prisões em flagrante, além de cumpridos quatro mandados de busca que resultaram na apreensão de drogas (11 quilos de cocaína, 1,3 quilos de crack e 3,2 quilos de maconha), duas armas de fogo, munições e veículos. Da decisão, expedida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 19 de junho, cabe recurso.

Matéria anterior:

05/10/2023 – MPPR integra força-tarefa que cumpre 17 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão em operação que visa desarticular organização criminosa

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Tribunal do Júri de Campo Largo condena a 26 anos e 8 meses de prisão homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná por matar irmão da companheira

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O Tribunal do Júri de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, condenou nesta terça-feira, 14 de abril, a 26 anos e 8 meses de reclusão em regime inicial fechado um homem de 27 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo homicídio do irmão de sua companheira. O crime foi cometido em 8 de fevereiro de 2025 em um bar no bairro Rivabem.

Áudio do Promotor de Justiça Eduardo Labruna Dahia

Conforme a denúncia, o réu, motivado por ciúmes, tentou matar a própria companheira a facadas, mas o irmão dela colocou-se entre os dois para protegê-la e acabou recebendo os golpes, que o vitimaram fatalmente.

O Conselho de Sentença acolheu todas as teses apresentadas pelo MPPR na denúncia, reconhecendo que o crime foi feminicídio (uma vez que o alvo dos golpes era a mulher, e não seu irmão, vitimado por erro na execução), cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

O réu, agora condenado, estava detido desde a época do crime e permanecerá detido para início imediato do cumprimento da pena, sem direito a recorrer em liberdade.

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Plateia especial – Assistiram ao julgamento cerca de 80 alunas do ensino médio, a convite da 2ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, feito a partir de atuação realizada em seis escolas estaduais no município. Foram proferidas palestras sobre os direitos das mulheres e as diversas formas de violência doméstica, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. As palestras enfocaram também os crimes sexuais. Uma vez que o julgamento foi relativo a um caso de feminicídio, as estudantes foram convidadas a assisti-lo, como um alerta quanto aos perigos de se manter um relacionamento tóxico (na medida em que os crimes de feminicídio muitas vezes se iniciam com uma agressão verbal e, com o tempo, as atitudes do agressor mostram um grau de violência crescente, muitas vezes resultando na morte da mulher) e também como uma maneira de fazê-las entender que não estão sozinhas, pois existe uma rede de proteção em favor delas.

Processo 0001144-36.2025.8.16.0026

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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