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Defesa Civil distribui telhas para ajudar atingidos pelos ventos em Guaratuba e Morretes

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A Coordenadoria  da Defesa Civil do Paraná entregou na sexta-feira (14) e no sábado (15) telhas a dois municípios do Litoral atingidos pelos ventos da última semana e que registraram danos severos. Foram 1.560 telhas para Guaratuba e para Morretes, que agora atenderão a população mais vulnerável afetada pelos fortes ventos.

Os municípios registraram, respectivamente, 312 e 3.555 pessoas afetadas. O Litoral foi impactado por rajadas intensas de vento no dia 13, quando o sistema do ciclone se aproximou do Paraná.

A semana foi marcada por diversos estragos causados por fortes rajadas de vento que atingiram o Paraná. Os ventos foram causados por um ciclone extratropical que provocou problemas em toda a região Sul. No Paraná, 27 municípios registraram danos e atendimentos da Defesa Civil, como destelhamentos, quedas de árvore e interrupção no fornecimento de energia elétrica e água.

Ao todo, mais de 1.700 profissionais da Copel foram mobilizados para atender os 700 mil consumidores que, em algum momento, chegaram a ser afetados pelo temporal de grandes proporções. Os serviços já estão todos restabelecidos.

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SERVIÇO DIÁRIO – O Cegerd (Centro Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres), da Defesa Civil, acompanha 24 horas por dia as situações que possam causar desastres. As informações meteorológicas são recebidas de instituições, com o Simepar, que subsidiam os alertas que são enviados à população.

Atualmente o serviço de atendimento novo de alertas foi ampliado e além do SMS é possível receber alertas por WhatsApp e Telegram. Para cadastrar basta seguir as instruções neste site.

Fonte: Governo PR

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MPPR recomenda que Município de Paranaguá cumpra legislação e adote providências para a efetiva instalação de um segundo Conselho Tutelar

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa para que o Município de Paranaguá, no Litoral do estado, adote providências para a implantação e estruturação de um segundo conselho tutelar na cidade. A medida administrativa decorre de procedimento instaurado pela 5ª Promotoria de Justiça da Paranaguá que, a partir de apuração, demonstrou inércia do poder público local no efetivo cumprimento de legislação municipal (Lei 4.449/2024) que instituiu formalmente uma segunda unidade do órgão integrante da rede de proteção à infância e juventude.

De acordo com a Promotoria de Justiça, após atraso inicial causado em razão da transição da gestão municipal ocorrida entre os anos de 2024 e 2025, o Município passou a justificar a não implantação do novo Conselho por “inviabilidade financeira para o custeio contínuo e contratação de pessoal frente aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Entretanto, as apurações demonstraram haver uma desarticulação interna entre órgãos do próprio Executivo Municipal, cenário que dificultaria o início da operacionalização da nova unidade do Conselho.

Apesar de a implantação do novo Conselho estar expressamente prevista no Plano Plurianual (PPA 2026-2029), a Secretaria Municipal da Mulher, Desenvolvimento Social e Igualdade Racial (Semdir), pasta finalística responsável pela área de proteção à infância, sequer formalizou à Secretaria Municipal da Fazenda (Semfa) a inserção das despesas relacionadas à criação da nova sede do Conselho na proposta orçamentária do próximo exercício e também não apresentou à pasta os estudos técnicos relacionados.

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Além disso, também não ficou demonstrado que o Município esteja adotando qualquer providência no sentido de promover uma articulação interinstitucional para a economia de recursos públicos, tampouco solicitou ao Legislativo Municipal a devolução de sobras do repasse duodecimal para o custeio de programas de prioridade absoluta, prática frequentemente adotada por outras Administrações, inclusive no âmbito estadual e na capital Curitiba, e que tem se mostrado exitosa.

A cobrança do Ministério Público para a efetiva instalação do novo Conselho deve-se ao fato de ser insustentável a existência de somente um Conselho Tutelar em Paranaguá, uma vez que o município possui mais de 145 mil habitantes, com vasta extensão territorial, que inclui ilhas e áreas rurais de difícil acesso, “sendo absolutamente inadmissível e gerador de graves prejuízos à proteção da infância e da juventude que o ente municipal conte com apenas uma sede e cinco conselheiros tutelares, contingente insuficiente para a demanda e cuja capacidade de resposta é drasticamente reduzida pelo fato de os servidores precisarem se revezar no gozo de férias, eventuais licenças para tratamento de saúde e outras eventualidades”, sustentou a recomendação.

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Outro fator apontado pela Promotoria de Justiça é o de que a Administração Pública está às vésperas da confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2027, sendo “estritamente necessária e urgente a adoção de medidas concretas e definitivas para a inclusão da totalidade dos custos de implantação e manutenção do 2º Conselho Tutelar no orçamento municipal do próximo ano, viabilizando sua entrada em funcionamento”.

Foi concedido prazo de 15 dias úteis, a partir do recebimento da medida administrativa, para que o Município informe à Promotoria de Justiça sobre o acatamento das recomendações e as respectivas providências adotadas para a solução dos problemas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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