Connect with us


Política Nacional

CPMI adia depoimento do deputado Edson Araújo, recém-operado

Publicado em

A CPMI do INSS não ouvirá mais, nesta segunda-feira (9), o depoimento do deputado estadual pelo Maranhão Edson Araújo (PSB), em razão de o parlamentar estar recém-operado.

De acordo com publicação do presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), em suas redes sociais, a Junta Médica do Senado decidiu que Edson Araújo está em condições de prestar depoimento, mas não deve se deslocar até Brasília neste momento, já que passou por uma cirurgia.

“Diante disso, a oitiva será remarcada para data oportuna, em estrito respeito à recomendação médica”, disse Viana. Edson Araújo é investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto. 

Camisotti

Está confirmada para a tarde desta segunda-feira, às 16h, a oitiva de Paulo Camisotti, apontado por investigadores como um dos elos finais dos descontos irregulares em aposentadorias do INSS. Ele é filho de Maurício Camisotti, preso por suspeita de envolvimento na fraude.

“O único ponto existente é o habeas corpus concedido pelo ministro Flávio Dino, que assegura o direito ao silêncio, sem afastar a convocação nem o dever de comparecimento”, expôs Viana nas redes sociais.

Leia mais:  Comissão aprova tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas em falência

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook

Política Nacional

Cleitinho defende fim da escala 6×1 e critica privilégios da classe política

Published

on

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (27), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso. O texto-base foi aprovado, também na quarta, pela comissão especial sobre a PEC 221/2019 na Câmara dos Deputados.

O senador argumentou que o trabalhador submetido à jornada 6×1 enfrenta perda de qualidade de vida e do poder de compra, enquanto parlamentares mantêm privilégios.

— Tem vários benefícios estúpidos aqui que a classe política e o Poder Judiciário têm. Então, se for para acabar com algum benefício do povo, tem que acabar com o nosso benefício primeiro — disse.

Cleitinho afirmou que o debate sobre a redução da jornada de trabalho não deve ser tratado como disputa ideológica entre direita e esquerda. Segundo o senador, parlamentares precisam priorizar interesses da população acima de disputas partidárias.

— Eu não sou aliado do Lula, mas sou aliado do povo. Essa pauta da questão da escala não é uma pauta ideológica. Vai lá na rua, vai no shopping, vai no supermercado e pergunta ao trabalhador se ele é de esquerda ou de direita. Ele está se lixando para isso — afirmou.

Leia mais:  Orçamento de 2026 para ciência, tecnologia e comunicações é 5% menor que o de 2025

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262