Paraná
Continental vai investir quase R$ 180 milhões na ampliação de sua fábrica em Ponta Grossa
A Continental, empresa que desenvolve tecnologias e serviços em mobilidade, anunciou nesta terça-feira (4) um investimento de quase R$ 180 milhões para ampliação de sua unidade em Ponta Grossa. Com isso, será a primeira a trazer para o Brasil a tecnologia de correias transportadoras de alta resistência – passará a produzir correias transportadoras de cabos de aço com resistência superior a 6.000 N/mm e até 10.000 N/mm (Newton/milímetros).
A unidade ganhará mais 7 mil metros quadrados e deve totalizar cerca de 49 mil m² de área construída. O início das operações está previsto para o terceiro trimestre de 2024 e atenderá toda a América do Sul.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou do anúncio e destacou a relevância dos novos investimentos. “O Paraná não para. É mais um investimento no nosso Estado, que vai trazer mais desenvolvimento, gerar emprego e renda para os paranaenses, fortalecer ainda mais o setor industrial e reforçar nossa posição no cenário nacional”, disse. “O Paraná tem um excelente ambiente de negócios, segurança jurídica, mão de obra qualificada. É líder nacional em sustentabilidade ambiental no Ranking de Competitividade dos Estados e foi citado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico como um exemplo mundial sobre o assunto. Tudo isso atrai novas empresas e incentiva aquelas que já estão aqui a investir ainda mais”.
De acordo com o presidente da Continental para América do Sul, Frédéric Sebbagh, a expansão planejada das atividades foi motivada para atender melhor a crescente necessidade dessas tecnológicas correias nas operações de cargas pesadas em toda a América do Sul.
“É um mercado que tem muita demanda de soluções para manuseio de matérias-primas como ferro e cobre, fruto da mobilidade urbanizada e elétrica”, enfatizou Sebbagh.
A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, também falou sobre o incremento na produção da unidade. “Temos tido um crescimento expressivo na área industrial, consolidando nossa cidade como uma das gigantes do país em ambiente de negócios e com muita expressão na arrecadação de ICMS no Paraná. A Continental faz parte desta história de progresso e soma no desenvolvimento de Ponta Grossa e na geração de empregos”.
A UNIDADE – A fábrica da Continental em Ponta Grossa, inaugurada em 1999, tem quatro áreas de negócios: produção de correias de transmissão automotivas para veículos leves e pesados, fabricação de correias industriais de transmissão com foco no segmento agrícola; produção de sistemas antivibração para veículos leves e pesados; fabricação de sistemas de transmissão de fluídos para veículos leves; e produção de correias transportadoras para os segmentos de mineração e agrícola.
O diretor da unidade nos Campos Gerais, Roberto Ferri, destacou que, em 2022, a Continental inaugurou três novas linhas de produção: correias drapper, que auxiliam na mecanização da colheita de grãos, como soja, feijão e trigo; correias de transmissão industriais e variadoras de velocidade para aplicação agrícola; e molas pneumáticas para suspensão de ônibus e caminhões.
“Com estes investimentos e mais o projeto de correias transportadoras pesadas, fica evidente o foco da companhia em nossa cidade”, enfatizou.
Fundada em 1871, a Continental é uma empresa de tecnologia que oferece soluções para veículos, máquinas, trânsito e transporte. Em 2022, gerou vendas de € 39,4 bilhões e atualmente emprega cerca de 200 mil pessoas em 57 países e mercados.
Fonte: Governo PR
Paraná
Atuação do MPPR e de forças de segurança resulta na prisão de foragido por mais de 20 anos após matar ex-companheira em 1989
Atuação do Ministério Público do Paraná, em conjunto com a Polícia Federal e outras forças de segurança pública, resultou na prisão nesta quarta-feira, 15 de abril, em Assunção, no Paraguai, de um homem foragido por pouco mais de 20 anos após condenação pelo assassinato da ex-companheira cometido em 1989 em Londrina, no Norte Central do estado. Ele estava sendo procurado desde 1995 e foi preso na operação Memento Mei.
O caso – O crime ocorreu em 6 de agosto de 1989 no apartamento em que a vítima vivia, no Centro de Londrina. Eles tinham uma filha e estavam separados havia dois anos. Na época do crime, o autor tinha 23 anos, e a vítima, morta com 72 facadas, apenas 21. O caso teve ampla repercussão, inclusive nacional. O homicida passou por sucessivos julgamentos no Tribunal do Júri e, mesmo após sua condenação e decretação de prisão preventiva, nunca chegou a ser preso pelo crime. Na época, não existia na legislação brasileira o feminicídio, tanto como crime autônomo como qualificadora do crime de homicídio.
A prisão decorreu de ampla apuração conduzida ao longo dos anos pelo Ministério Público do Paraná, que contou com troca de informações estratégicas com a Polícia Federal, as polícias militares do Paraná e de São Paulo e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad), que executou o mandado de prisão expedido pela Vara Criminal de Londrina. Ele será entregue às autoridades brasileiras na fronteira com o Paraguai, e iniciará o cumprimento da pena de reclusão à qual foi condenado, de 19 anos e 6 meses de reclusão.
Significado – O termo em latim Memento Mei significa “lembre-se de mim”, em alusão ao não esquecimento das vítimas de feminicídio pelo Ministério Público brasileiro e pelas demais instituições do sistema de justiça e das forças de segurança do país.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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