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Conselho Nacional de Turismo realiza última reunião de 2025 e destaca resultados do setor no ano

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O Conselho Nacional de Turismo (CNT) realizou, nesta quinta-feira (04.12), em Brasília (DF), a última reunião ordinária de 2025. O grupo, que reúne gestores públicos, privados, representantes da sociedade civil e acadêmicos, constitui um importante fórum de discussões, definindo, de modo coletivo, políticas públicas e os principais rumos do setor no Brasil.

Na abertura do encontro, o tom entre os participantes foi de comemoração pelos números do turismo brasileiro alcançados ao longo de 2025. Por meio de vídeo, o ministro do Turismo, Celso Sabino, agradeceu aos conselheiros e fez um balanço dos resultados obtidos, como a quebra do recorde na chegada de turistas internacionais ao país.

“Esse encontro marca o final de um ano de intenso trabalho, que nos levou a alcançar excelentes resultados. Já ultrapassamos, por exemplo, a marca histórica de receber, em apenas 10 meses, 8 milhões de turistas internacionais, superando com folga a meta anual do nosso Plano Nacional de Turismo, de 6,9 milhões”, apontou Sabino.

“O progresso que celebramos é fruto de uma premissa fundamental do governo do presidente Lula: a parceria estreita e o diálogo permanente com os vários atores do turismo brasileiro, a exemplo das senhoras e dos senhores”, completou o ministro do Turismo.

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A secretária-executiva do CNT, Cristiane Sampaio, que também comanda a Secretaria Nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, enalteceu a atuação do Conselho.

“Queria agradecer a cada um pelo companheirismo e pela cumplicidade ao longo desse ano. A voz do Conselho e a voz de cada conselheiro são as vozes que queremos ecoar. Sem cada um de vocês, os resultados alcançados pelo Ministério do Turismo e pela Embratur não seriam possíveis de serem alcançados”, destacou Cristiane.

Já o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, celebrou o recorde de turistas estrangeiros no Brasil e ressaltou que o recorde é fruto de um esforço conjunto do setor.

“Nós lançamos o turistômetro e hoje o número marca 8,38 milhões de turistas internacionais. Essa marca precisa ser celebrada, e essa é uma vitória de todos do trade turístico e de quem está na ponta. Nós crescemos em todas as regiões do Brasil, isso é fantástico”, declarou Freixo.

A reunião do CNT também marcou a apresentação e o lançamento de duas importantes iniciativas para turismo nacional: a Norma Técnica Brasileira de Gestão de Destinos Turísticos Inteligentes, pelo Ministério do Turismo e a Associação Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Turismo (ANSEDITUR), e o Mapeamento Nacional de Experiências de Turismo de Observação de Aves no Brasil.

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INTEGRAÇÃO – O coordenador-geral da Câmara Temática de Legislação Turística do CNT, Anderson Sampaio, destacou o trabalho feito de maneira integrada com o Conselho Nacional de Turismo. Segundo Sampaio, a ação culminou na portaria que dispõe sobre a garantia da visitação de espaços e órgãos públicos considerados atrativos turísticos culturais e naturais do Brasil para fins de turismo cívico.

Anderson Sampaio destacou, ainda, os avanços na elaboração do decreto que irá regulamentar a Nova Lei Geral do Turismo. “Cada etapa contou com diálogo, cooperação e dedicação técnica dos membros, o que fortalece a consistência das propostas e abre caminhos para soluções mais sólidas e alinhadas entre governo e setor”, afirmou Sampaio.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Ministério da Saúde reforça orientações para proteger a população durante frio no Sul

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Diante das baixas temperaturas registradas na Região Sul, o Ministério da Saúde reforça as orientações para proteger a população e reduzir os riscos à saúde. Segundo previsões meteorológicas, a cidade de São José dos Ausentes, no Rio Grande do Sul, registrou a menor temperatura do ano (-6,8 °C), e há previsão de novas mudanças nas condições do tempo nos próximos dias na região. Nesta sexta-feira (11), uma nota técnica será enviada aos serviços de saúde do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, com diretrizes para orientar a assistência à população durante as ondas de frio e instabilidades.

 O frio intenso pode agravar doenças cardiovasculares e aumentar o risco de complicações como hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio e AVC, especialmente entre pessoas com doenças crônicas. A orientação é que os serviços de saúde locais intensifiquem a vigilância e a assistência às pessoas, com atenção especial a crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

As baixas temperaturas também favorecem a circulação de vírus respiratórios, como influenza, VSR e covid-19, elevando o risco de síndromes gripais e infecções respiratórias graves. Para reforçar a proteção, o SUS oferece gratuitamente vacinas contra essas doenças, conforme os públicos definidos pelo Calendário Nacional de Vacinação. A vacina contra o VSR para gestantes contribui para proteger os bebês nos primeiros meses de vida contra a bronquiolite.

Para a população em situação de rua, um dos grupos mais vulneráveis ao frio extremo, as equipes de Consultório na Rua fazem busca ativa, vacinação e acompanhamento nos territórios, ampliando o acesso aos serviços do SUS.

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Sintomas persistentes? Vá até uma UBS

A população deve procurar atendimento quando apresentar sintomas persistentes ou que estejam se agravando, como tontura, fraqueza, dor de cabeça, náuseas, cãibras, diarreia, falta de ar, tosse ou piora de uma doença crônica. 

Nas UBSs, as equipes de Atenção Primária podem realizar avaliação clínica, acompanhar doenças crônicas, orientar sobre hidratação e prevenção, identificar sinais de agravamento, atualizar a vacinação, prescrever e acompanhar tratamentos e encaminhar o paciente para outros pontos da Rede de Atenção à Saúde, quando houver necessidade de atendimento especializado ou hospitalar.

Em situações graves, como confusão mental, desmaio, convulsões, perda de consciência ou dificuldade intensa para respirar, a recomendação é buscar atendimento de urgência nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do SUS.

Para reduzir os riscos à saúde durante as baixas temperaturas, o Ministério da Saúde orienta:

  • Manter a vacinação atualizada, especialmente contra influenza e covid-19;
  • Utilizar máscara em caso de sintomas gripais ou em ambientes fechados, pouco ventilados e com aglomeração;
  • Usar roupas e agasalhos adequados para proteção contra o frio;
  • Trocar roupas úmidas ou molhadas o mais rápido possível;
  • Evitar o consumo de álcool em dias frios, devido ao risco de hipotermia;
  • Manter-se hidratado, mesmo durante períodos de baixas temperaturas;
  • Procurar atendimento médico em caso de confusão mental, calafrios intensos ou dificuldade para respirar, especialmente entre idosos.
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Preparação e resposta a eventos climáticos

 A Força Nacional do SUS (FN-SUS) está disponível para apoiar estados e municípios nas ações de assistência, conforme a necessidade e a avaliação técnica de cada ocorrência. Nesta semana, o Rio de Janeiro passou a contar com a terceira base regional da Força em funcionamento no país, somando-se às unidades ativas em Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). Estão previstas outras seis bases até o fim do ano para atender todas as regiões do país. Equipadas com posto médico avançado, comunicação via satélite e drones, as bases contam com estrutura para resposta a emergências em saúde pública e podem levar apoio a qualquer localidade da região de referência em até 12 horas.

A atuação das bases é integrada a oito Centros de Informação em Saúde e Clima (CISC), localizados em Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Santarém (PA), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Os centros consolidam dados climáticos e epidemiológicos para identificar riscos e subsidiar planos de contingência e a resposta do SUS a eventos extremos.

As ações de adaptação da rede de saúde fazem parte do AdaptaSUS, Plano Nacional de Adaptação do Setor Saúde às Mudanças Climáticas, apresentado na COP30. O plano prevê 27 metas e 93 ações até 2035, com R$ 9,8 bilhões destinados a investimentos em adaptação estrutural.

 João Vitor Moura
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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