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Conferência Estadual da Juventude será no dia 30 de outubro em Curitiba

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A IV Conferência Estadual da Juventude será realizada dia 30 de outubro, em Curitiba. O decreto que convoca a realização do evento foi assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e publicado nesta segunda-feira (28). A Conferência Estadual vai aprovar propostas trazidas pelos municípios e eleger 60 delegados para representar o Paraná na etapa nacional.

As conferências municipais serão realizadas ao longo do mês de setembro e a nacional está marcada para novembro. Com foco no incentivo à participação democrática dos jovens na construção de políticas públicas que atendam seus anseios, o encontro estadual tem como tema “Reconstruir o presente, construir o futuro: desenvolvimento, direitos, participação e bem-estar”.

A diretora-geral da secretaria estadual do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), Luiza Simonelli, define a conferência como um grande acontecimento. “Um momento de protagonismo total dos jovens porque eles trazem o que pensam e querem. É algo histórico, porque as deliberações do encontro definem políticas públicas voltadas a este público para os próximos anos”, afirma.

Entre os assuntos a serem abordados estão educação e violência, que serão debatidos por jovens e pessoas dedicadas ao desenvolvimento dessa faixa etária. Além disso, as diretrizes aprovadas nas conferências definem os temas que serão prioridades nos próximos anos.

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EIXOS – A Conferência é retomada depois de um hiato que se estendeu por sete anos, agravado pela pandemia de Covid-19. O encontro é organizado pela Coordenadoria de Política Estadual de Defesa dos Direitos da Juventude, da Sedef.

“Os debates são norteadores para a aprovação dos eixos que vão se transformar em políticas públicas e, assim, colocarmos o jovem como protagonista de sua história”, afirma a coordenadora das políticas dessa área, Silvia Lima. “Um jovem será participativo no processo democrático se tiver como dialogar com o Estado. Durante as conferências, pessoas entre 15 e 29 anos têm a chance de contar à comunidade quais são as soluções criativas que têm para resolver velhos e novos problemas”.

Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

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[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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