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Brasil

Concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá é homologada pelo Ministério de Portos e Aeroportos

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O Ministério de Portos e Aeroportos homologou, nesta quinta-feira (4), o resultado do Leilão nº 05/2025-Antaq, que define a concessão do Canal de Acesso Aquaviário ao Porto de Paranaguá. A decisão confirma o Consórcio Canal Galheta Dragagem (CCGD), liderado pela FTS Participações Societárias S.A., como responsável pela execução do projeto, concluindo a etapa licitatória conduzida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

A homologação representa um passo decisivo para a modernização de um dos mais importantes corredores logísticos do país. O aprofundamento e a ampliação do canal permitirão a entrada de embarcações de maior porte, ampliando a competitividade do Porto de Paranaguá e fortalecendo sua posição estratégica no comércio exterior brasileiro.

A decisão considerou a proposta apresentada pelo consórcio vencedor, a habilitação técnica da Comissão Permanente de Licitação de Concessões e Arrendamentos Portuários, o encerramento dos procedimentos na Antaq e os elementos constantes dos Processos nº 50300.008753/2023-51 e nº 50840.101005/2021-78.

Investimentos e impacto estratégico
O projeto, que envolve investimento estimado superior a R$ 1,22 bilhão, permitirá o aprofundamento e o alargamento do canal principal, assegurando também a manutenção contínua da sua profundidade de acesso e a melhoria das condições de navegabilidade.

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As intervenções ampliarão a previsibilidade e a segurança das operações e tornarão possível a recepção de navios de maior calado, elevando a capacidade e a eficiência do Porto de Paranaguá.

Próximos passos
Com a etapa licitatória concluída e homologada, o consórcio vencedor seguirá para a fase de assinatura do contrato de concessão, conforme os trâmites previstos nas normas vigentes. Após a formalização contratual, terá início a implantação das obras e serviços que darão origem a um canal mais profundo, seguro e eficiente, consolidando um marco importante para o desenvolvimento logístico do Paraná e do Brasil.

A modernização do canal reforça o compromisso do Governo Federal em consolidar uma infraestrutura portuária robusta, sustentável e preparada para acompanhar o crescimento do comércio exterior brasileiro nas próximas décadas.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Agentes indígenas de saneamento recebem qualificação para uso de plataforma de vigilância ambiental

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Agentes Indígenas de Saneamento (Aisan) e outros profissionais que atuam na saúde ambiental indígena participam, nesta semana, da primeira qualificação presencial para o uso da Plataforma de Vigilância Ambiental e Saúde Indígena (Vigiambsi). O novo sistema do Ministério da Saúde reúne informações sobre saneamento, qualidade da água, resíduos sólidos e outros fatores ambientais relacionados à saúde nos territórios indígenas.

A qualificação acontece durante o 2º Encontro Regional de Saúde Ambiental Indígena (2º ERSAI), realizado entre os dias 10 e 14 de agosto, em Porto Velho. A iniciativa é da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), em parceria com o Einstein Hospital Israelita, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Participam do treinamento profissionais dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) que trabalham na área de saúde ambiental, incluindo integrantes do Serviço de Edificações e Saneamento Ambiental Indígena (Sesani), Agentes Indígenas de Saneamento e outros trabalhadores envolvidos na gestão e execução das ações de saneamento e saúde ambiental nos territórios indígenas.

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Informação para melhorar as ações nos territórios

Durante a qualificação, os participantes aprendem a registrar, monitorar, analisar e utilizar as informações disponíveis na Vigiambsi. Os dados ajudam as equipes a planejar e fortalecer as ações de saúde ambiental realizadas nos territórios indígenas.

A programação também abre espaço para a troca de experiências entre profissionais de diferentes regiões. A proposta é compartilhar práticas, desafios encontrados no dia a dia e soluções adotadas pelas equipes nos territórios onde atuam.

Ao todo, são cinco encontros presenciais, organizados por regiões do país, com média de 40 participantes em cada edição.

Depois de Porto Velho, as próximas capacitações acontecem em:

  • 17 a 21 de agosto – Campo Grande (MS);
  • 31 de agosto a 4 de setembro – Manaus (AM);
  • 14 a 18 de setembro – Salvador (BA);
  • 21 a 25 de setembro – Belém (PA).

Sobre a Vigiambsi

A Plataforma de Vigilância Ambiental e Saúde Indígena (Vigiambsi) é uma ferramenta digital desenvolvida para reunir e armazenar dados de vigilância ambiental dos territórios indígenas, como informações sobre monitoramento da água, saneamento e resíduos sólidos.

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A plataforma permite integrar essas informações a dados de saúde dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei), contribuindo para que as equipes tenham uma visão mais ampla das condições ambientais e possam utilizar os dados no planejamento de suas ações.

O projeto também prevê a formação de profissionais multiplicadores e a orientação das Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) para a coleta e a análise dessas informações.

Leidiane Souza
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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