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Política Nacional

Comissões debatem impacto da doença pulmonar obstrutiva crônica na população idosa

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As Comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e de Saúde da Câmara dos Deputados realizam, nesta terça-feira (16), audiência pública conjunta para discutir os impactos da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) na população idosa.

O debate foi solicitado pela deputada Flávia Morais (PDT-GO) e está marcado para as 16 horas, em plenário a ser definido.

Segundo a deputada, a doença é caracterizada pela obstrução persistente do fluxo de ar e, apesar de ser prevenível e tratável, compromete de forma significativa a qualidade de vida e a autonomia dos pacientes idosos.

A doença está fortemente associada ao tabagismo, à poluição atmosférica e a exposições ocupacionais, mas também à vulnerabilidade de grupos mais envelhecidos, cuja função pulmonar tende a declinar naturalmente com o passar dos anos.

No Brasil, estudos estimam que cerca de 17% dos adultos acima de 40 anos convivem com a doença, sendo que a prevalência aumenta de forma expressiva com o avanço da idade.

“Entre as pessoas idosas, a DPOC figura como uma das principais causas de internação hospitalar, limita a autonomia e aumenta o risco de comorbidades, depressão, isolamento social e mortalidade precoce”, diz Flávia Morais.

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“Além disso, provoca custos elevados para o Sistema Único de Saúde (SUS), tanto no tratamento ambulatorial quanto nas internações decorrentes das exacerbações”, acrescenta.

Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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