Política Nacional
Comissão do Esporte debate patrocínio de estatais no setor esportivo
A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (10), audiência pública sobre o patrocínio de empresas públicas e de economia mista ao esporte. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 4, e será interativo.
A audiência foi solicitada pelos deputados Max Lemos (PDT-RJ) e Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF).
Segundo Max Lemos, a transparência na gestão de recursos públicos é essencial para garantir o uso eficiente do dinheiro dos contribuintes, em benefício da sociedade. Ele afirma que empresas públicas como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, Eletrobras e Correios têm participação significativa nos patrocínios esportivos.
“O processo de concessão desses patrocínios deve ser amplamente divulgado para que entidades, atletas e projetos esportivos saibam como podem se beneficiar e quais critérios devem ser atendidos para pleitear o apoio”, afirma.
Para Julio Cesar Ribeiro, as estatais têm papel estratégico no desenvolvimento do esporte nacional, apoiando modalidades olímpicas, paralímpicas e de base. Ele destaca que a presença dos dirigentes dessas instituições na comissão permitirá compreender como os recursos vêm sendo aplicados e como essas parcerias contribuem para inclusão social, alto rendimento e democratização do acesso ao esporte.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Comissão aprova proibição de pornografia com adultos simulando crianças e adolescentes
A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3147/25, que proíbe a produção e a disponibilização de conteúdos pornográficos com adultos simulando ser crianças ou adolescentes. A pena prevista é reclusão de um a três anos e multa.
A proposta atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para lidar principalmente com os avanços da inteligência artificial, além das situações que envolvem adultos caracterizados.
A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação do texto, que é da deputada Camila Jara (PT-MS).
Rogéria Santos observou que a lei atual não alcança produções em que adultos se fazem passar por pessoas com menos de 18 anos de idade, seja por caracterização física ou pelo uso de ferramentas digitais que modificam aparências com precisão.
Na avaliação de Rogéria Santos, o resultado prático dessas produções é equivalente ao do material que utiliza crianças reais. “Alimenta fantasias de abuso, normaliza a hipersexualização de menores e serve como instrumento de aliciamento”, disse.
A relatora alterou o projeto para ajustar a terminologia da lei, substituindo a expressão “menores de idade” por “crianças e adolescentes”, adequando o texto à linguagem técnica adotada pelo ordenamento jurídico brasileiro.
Próximos passos
O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, posteriormente, será apreciado pelo Plenário da Câmara.
Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pela presidência da República.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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