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Política Nacional

Comissão de Saúde debate impactos da cirurgia robótica no tratamento de câncer

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debate, na terça-feira (19), os impactos da cirurgia robótica no tratamento do câncer. Também serão discutidas a formação, a capacitação e a certificação de médicos habilitados para esse tipo de procedimento.

A cirurgia robótica é uma técnica minimamente invasiva usada em procedimentos contra o câncer, especialmente no tratamento do câncer de próstata. Ela oferece maior precisão cirúrgica, melhor visualização da área operada e movimentos mais refinados. Esses recursos podem reduzir o sangramento e as complicações, além de acelerar a recuperação dos pacientes.

O debate será às 17 horas, no plenário 7.

Veja quem foi convidado para o debate

A audiência foi solicitada por diversos parlamentares. No requerimento do debate, os deputados destacam que a prostatectomia radical assistida por robô foi recentemente incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à cobertura da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Segundo o texto, os benefícios clínicos e oncológicos da cirurgia robótica para outros tipos de câncer estão amplamente documentados na literatura, especialmente em comparação com abordagens tradicionais, como a laparotomia e a videolaparoscopia.

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“Considerando tratar-se de tecnologia altamente dependente da habilidade do operador, o treinamento estruturado e a adequada capacitação dos cirurgiões são fatores essenciais para a obtenção dos benefícios esperados, bem como para a segurança do paciente e a eficiência do sistema de saúde”, afirmam os autores no requerimento.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão de Segurança Pública aprova porte de arma para médicos veterinários

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5976/25, que autoriza o porte de arma de fogo de uso permitido para médicos veterinários registrados no Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Pelo texto, do deputado Marcos Pollon (PL-MS), a Polícia Federal será responsável pela concessão, que terá validade de cinco anos, renováveis, em todo o país. O relator, deputado Junio Amaral (PL-MG), recomendou a aprovação da medida.

Amaral argumentou que muitos veterinários atuam em território rural, incluindo localidades isoladas, com baixo patrulhamento policial. “O indivíduo não pode ser impedido de se proteger e ter os meios adequados para isso”, afirmou.

Critérios
Além da inscrição no conselho profissional, o médico veterinário interessado no porte de arma deverá comprovar:

  • o exercício da profissão;
  • certidões criminais negativas;
  • aptidão psicológica e capacidade técnica para o uso seguro da arma de fogo; e
  • residência fixa.

O projeto não altera nenhuma lei, mas hoje o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) estabelece, entre outras regras, que o requerente do porte de arma de uso permitido deverá demonstrar sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, podendo depois seguir diretamente para o Senado sem precisar passar pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela Presidência da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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