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Paraná

Com vigas concretadas, obras do viaduto de São José dos Pinhais entram em nova etapa

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As obras do novo viaduto de São José dos Pinhais, na BR-376, na Região Metropolitana de Curitiba, executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), tiveram todas as vigas de concreto finalizadas no canteiro neste mês de março.

Também está em andamento a recomposição de 350 metros do asfalto da Rua Planalto, mais um benefício para os moradores da região. O serviço não estava previsto inicialmente no projeto, mas precisou ser incluído devido à implantação da drenagem do viaduto.

Segundo a medição mais recente, o viaduto do Bradesco, como é conhecido, está 17,10% concluído. Os serviços de drenagem de obras e arte corrente são os trabalhos que estão mais avançados, com 64,73%.

O viaduto é uma das obras mais importantes em execução em São José dos Pinhais. Ele é custeado pelo Governo do Paraná, com investimento de R$ 33.639.768,42. A obra teve seu projeto elaborado pela prefeitura do município, que foi doado ao DER/PR para execução. O prazo para entrega é outubro de 2023.

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O projeto prevê a elevação das pistas de rolamento da BR-376 para o tráfego de longa distância, com o trânsito de veículos das vias municipais pela passagem inferior do viaduto e por meio de duas rotatórias na altura das ruas Joinville e Alameda Bom Pastor. Isso evitará os congestionamentos e longos períodos de espera na interseção atual, o que garantirá mais segurança aos usuários.

A região concentra casos recorrentes de congestionamento, principalmente na alta temporada. A obra vai garantir rapidez de acesso aos bairros para moradores locais e agilizar o deslocamento dos viajantes rumo Curitiba ou Santa Catarina.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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