Paraná
Com temporais, Corpo de Bombeiros do Paraná alerta para riscos de banho de mar
A intensificação das chuvas no Litoral do Paraná, que perduram desde o início da semana em Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, demanda ainda mais cuidados por parte de quem frequenta as praias. O alerta é do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, que neste momento atua também no atendimento de moradores afetados por alagamentos na região, com transferência de pessoas em áreas de risco para abrigos municipais.
Segundo a capitã Debora Kolossoskei, mesmo com o tempo ruim, alguns banhistas insistem em enfrentar as condições adversas para tomar banho de mar. A situação é especialmente arriscada em praias onde não há monitoramento dos guarda-vidas, que são devidamente identificadas com bandeiras.
“Em virtude das chuvas, temos um protocolo de segurança e estamos interditando alguns pontos da praia. Se o banhista for até um local identificado com bandeira preta, que são áreas não protegidas por guarda-vidas, ou com a bandeira dupla vermelha, que significa praia interditada, a recomendação é para que não entre na água”, orienta a representante do Corpo de Bombeiros.
Não é raro que o descumprimento das orientações dos bombeiros acarretem afogamentos e outras ocorrências em dias de temporal. Com isso, parte do efetivo e dos equipamentos que poderiam ser empregados no atendimento dos moradores afetados pelas chuvas acaba sendo empregada em situações que poderiam ser evitadas.
“A previsão do tempo é de mais chuva para os próximos dias. A recomendação é evitar as praias nesse momento, até por estarmos com os nossos recursos também voltados para outros atendimentos no Litoral”, esclarece capitã Debora. “O afogamento não é um acidente, ele pode ser evitado, então a gente conta com a colaboração dos banhistas”.
RISCO ELÉTRICO – Outro risco associado aos temporais é com a maior incidência de raios. Nas praias, isso se torna ainda mais perigoso devido à ausência de estrutura de maior porte ou coberturas, fazendo com que as pessoas que circulam nas areias ou na orla se tornem pontos em potencial para grandes descargas elétrica que podem acarretar graves ferimentos ou até mesmo a morte.
A orientação do Corpo de Bombeiros nestes casos é permanecer em áreas protegida, preferencialmente locais de alvenaria ou, quando não for possível, dentro do próprio veículo, evitando encostar nas paredes ou sair do automóvel em caso de descargas. Também é recomendado não ficar embaixo de árvores ou de outros pontos altos metálicos que possam atrair a descarga atmosférica.
SUPORTE AOS DESABRIGADOS – Na manhã desta quinta-feira (25), a equipe da Defesa Civil do Paraná enviou um caminhão com colchões e kits dormitório para Guaratuba, que é a cidade da região que tem o maior volume acumulado de chuvas e também o maior número de pessoas afetadas. Em todo o Litoral, 417 pessoas foram retiradas de suas casas e colocadas em locais seguros de acordo com o levantamento mais recente da Defesa Civil, que segue atendendo ocorrências nas cidades, assim como o Corpo de Bombeiros.
A Coordenadoria Estadual da Defesa Civil tem emitido seguidos alertas sobre as condições climáticas, com risco de chuvas fortes e tempestades em grande parte do Estado. Em caso de necessidade e mediante solicitação das prefeituras, poderão ser encaminhadas telhas, lonas, kits de limpeza e higiene e cestas básicas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro
A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:
O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.
O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.
Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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